terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Dionísio, a terra da piada pronta.


Faça saber que o atual prefeito não preenche uma só linha do perfil traçado pelos seus eleitores mais alienados. Ele defende apenas o seus interesses e os do seu pequeno grupo contra os interesses do município. A situação econômica de Dionísio que os tucanos divulgam entra em contradição com aquelas nas quais o ex-prefeito Weber Americano dizia estar, e as quais as perspectivas nos apontavam. Marionete por excelência, autoritário por herança ele SEMPRE cede a palavra final ao seu pai, homem de honra duvidosa.

Nós queremos alguém que saiba administrar as crises; eles não o sabem fazer, sabem cultivá-las, porque é do lucro das crises que eles sobrevivem.

Credibilidade? Ahh credibilidade... isso é o que os eleitores oposicionistas exigem. Mas se alguém gritar: “PEGA LADRÃO!” Não vai sobrar um, meu irmão. (Já ganhou! Já ganhou!).
Vocês sabem que eles são incompetentes para governar, mas mesmo ganhando as eleições, a paralisia moral dessa turma continuará pela eternidade.

O senhor José Henriques, por motivos que nenhuma Minas Gerais legal autoriza, governa sem ter tido NENHUM VOTO DO POVO.  

Entendam a metáfora – Quando Weber veio ao município como candidato, havia um câncer que se espalhava rápido. A cassação do ex-prefeito JHF era o antídoto trazido pelo PMDB de Dionísio. Mas câncer não se pega! Weber jamais se aproximaria em sua conduta com aquela com a qual ele havia lutado tempos atrás. Assim como não se “pega” câncer, o brilho de um herói não é “contagiante”. Não me venha mais, José Henriques Ferreira, com esses discursos hipócritas, inflamados de interesses unilaterais! Não vista essa máscara de “herói de fachada”, nós já o conhecemos na sua verdadeira face. Fico com o verdadeiro herói, que nunca morre e que é lembrado na história pelos seus êxitos.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

“Ensinar o povo ver criticamente o mundo é sempre uma prática incômoda para os que fundam os seus poderes sobre a inocência dos explorados.” Paulo Freire.


A política é um fenômeno interessante. Quando a política falha acontece a guerra - diziam os filósofos gregos. Mas quando a Política É falha acontece a perpetuação de um estado coletivo de anestesia, provocado justamente pelo interesse político de quem se mantém no poder por conta da ignorância coletiva. Para entender de forma mais simples possível - hoje o mundo não é mais polarizado como há tempos atrás. As ideologias foram deixadas na gaveta e o termo "Governabilidade" fora criado para justificar alianças que jamais seriam aceitas em outras épocas.


Esse sistema representativo, que dizem ser a democracia, interessa aos poderosos, à elite, aos próprios parlamentares que se transformam em casta e fazem da condição de “políticos” uma profissão, mas que não representa nada de democracia, de direitos e igualdade para a grande maioria da população.

É se iludir, e iludir o povo, dizer que esse ou aquele prefeito ou vereador irá representar uma mudança política na Prefeitura. Mudança verdadeira, que representou outra concepção de democracia, justiça social e ética no fazer política, se deu no dia que Weber, em meados de 2008, assumiu a prefeitura. E é válido lembrar que dentre os dois candidatos que disputaram a Prefeitura nesse pleito, o Osvaldo foi o único que firmou o compromisso da continuidade desse perfil administrativo. A questão central, no meu entender, é que seja no Executivo, Legislativo ou nas ruas, os cidadãos (em sua maioria) vivem e fazem política a partir dos seus interesses e de seus grupos ou partidos, da manutenção de seus cargos e de seus feudos eleitorais, pouco se importando com os interesses e as lutas do povo altruísta.

Sonho com o dia em que o povo terá condições efetivas de determinar os rumos do país e dos municípios, de impor soberanamente sua vontade, de exercer diretamente o poder, sem intermediários, atravessadores e enganadores.

Enquanto isso sai Sarney e entra Calheiros, sai José Henriques e entra Frederico, a festa continua sendo deles, e nós nem mesmo somos chamados para figurantes dessa festa podre.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

De laranja em laranja...


A democracia é o melhor instrumento para combater a tirania. O problema é que as pessoas confundem democracia com tirania de maioria. O dever do governante é promover melhorias que visem o coletivo. Perseguição pessoal ou partidária explicita que quem o promove é imaturo em termos de regência do poder, ou seja, ele não serve para ocupar determinado cargo. E é obvio que nós podemos observar que esta é uma questão corriqueira na nossa Prefeitura nesta atual gestão. Não obstante o Senhor Prefeito deixa transparecer a fragilidade do seu governo a partir do momento em que abre mão de um governo independente e autêntico para abrigar o seu pai embaixo das asas do Executivo, que em seu lugar passa a promulgar (des)ordens. Cheguei à conclusão que o atual prefeito não é somente um mero fantoche, mas um grande “laranja” de um esquema político inescrupuloso. Ele não tem voz ativa, e tão pouco, um governo fidedigno – pelo menos a principio.