O
pai do atual prefeito governou como um show para a sociedade do espetáculo. Do
nada fazia um pastel de vento, para êxtase da plateia. Parte do povo se sentia
no poder por identificação ao seu modo malandro de governar o município. O que
era mais urgente ele empurrava com a barriga, mas as festas não faltavam.
Enquanto isso ia acontecendo o sistema público conhecia a ruína Nessas
condições nós não podemos deixar de temer um retrocesso, pois o filho disse que
se inspira no governo do pai. Mas cá pra nós, não existe nada de aproveitável
nessa gestão, tanto que o mesmo saiu da Prefeitura com seus direitos políticos
cassado, perdendo o seu brinquedo preferido, a cidade de Dionísio – foi uma ferida terrível e
profunda no seu narcisismo delirante. E aquele que ousar defender a honra e a inocência
do Zé Henriques já me aponta um sério desvio de caráter e falta de honestidade.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Perfeito ninguém é. Mas honesta toda pessoa tem a obrigação de ser.
Com
todo o respeito, mas foi um alívio não ver a cara do 'homem' nesses anos passados.
O grande problema do Zé é que ele se acha “o” bem. Weber, não. Ele é sério,
competente, objetivo, e soube enfrentar a nossa dura e velha realidade que JHF
evitou – alianças corruptas, baixo investimento público no setor social, contas
a pagar... E Frederico não poderá ignorar este passado recente, pois entramos
num período histórico que exigem políticas complexas, profundas que não se
resolvem em palcos, shows, cervejas, cabides de emprego... Precisamos afastar
de vez o fantasma da política do pão & circo para estarmos preparados para
enfrentar o nosso drama real. Peço licença à nossa Presidenta Dilma Rousseff
para parafrasear uma fala sua – “Somente construiremos um Brasil com a grandeza
dos nossos sonhos quando colocarmos a nossa fé no Brasil acima dos nossos
interesses políticos ou pessoais.” E aqui em Dionísio isso não pode ser
diferente.
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