Nos discursos de
posse, aplaudidos por alienados, mostram que os rumos que tomarão a atual
gestão serão seguidos fielmente os rumos que levaram o município à ruina nos
tempos da administração de JHF.
Tem-se que ter
um comprometimento geral por parte dos políticos. Não é admissível fazer da
política uma arma de perseguição e angustias pessoais. As arbitrariedades da
administração tucana obedecem a dois princípios complementares – ambos
inconfessáveis, mas plenamente verificáveis até aqui por suas ações concretas:
o primeiro é a exclusão popular, irregularidades no Orçamento Participativo e
nenhum diálogo com a população. O segundo é o do favorecimento indevido e antirrepublicano
de pessoas físicas frequentemente ligadas ao prefeito Frederico Henriques por laços familiares e de interesse financeiro.
Vejam, por
exemplo, o remanejo dos funcionários na Prefeitura. É nítida e confirmatória que essas
alterações são protecionistas, de interesse de uma única classe e não do
coletivo. É uma afronta ao bom senso e um desrespeito ao povo dionisiano e a esses funcionários que dedicam anos de suas vidas ao trabalho na Prefeitura. Funcionários tais de altíssima competência, mas do partido oposto.
A escória da
cidade está implantando demagogia usando um tema sério, política, como pretexto
para exercer irrestrito poder sobre a população. São carentes de uma ideologia
sólida e as suas ações vão contra os anseios do povo.
Aliás, quem
mesmo foi eleito prefeito? O pai ou o filho? Está muito clara a fome de JHF
pelo poder. Está escancarado o seu interesse no dinheiro público. O nepotismo explícito
na nossa Dionísio me faz presumir que este é o município da piada pronta. O
velho que se esconde por detrás do novo. Uma renovação que, na minha humilde
opinião, está mais para um retrocesso. É o descaramento alcançando níveis estratosféricos.
Mas aos poucos os disfarces cedem lugar a irrefutável verdade. Acho que seria
demais pedir para que esses rostos sejam guardados na memória, mas não os falsos,
os verdadeiros, haja vista que a “agradável” e “afável” face da mentira
reconfortante é mais aceitado pela população. E é nisso que se baseou a
vitória do Frederico Henriques. Pois quando a verdade é voraz ela não é pra qualquer
ouvido.
"O político não se restringe à
politica partidária, nem aos governos, mas diz respeito ao modo como a
humanidade define seu destino."
Boa noite.
ResponderExcluirImagine uma situação hipotética: Osvaldo Araújo ganhou a eleição e acabou de tomar posse. Qual seria o teor dos seus textos?
Crítico. O meu objetivo é esclarecer as pessoas. Mas, claro, faço isso na medida que vem a informação. Se o Osvaldo perseguisse funcionários competentes do partido oposto ou promovesse qualquer desvio ético ou financeiro também falaria. Embora já tenha afirmado o meu voto em Osvaldo,este seria o meu maior motivo para cobrar. E eu o faria, sem dúvidas.
ExcluirObrigado pela visita.