quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

"Eu quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa." Guimarães Rosa


Nos discursos de posse, aplaudidos por alienados, mostram que os rumos que tomarão a atual gestão serão seguidos fielmente os rumos que levaram o município à ruina nos tempos da administração de JHF.
Tem-se que ter um comprometimento geral por parte dos políticos. Não é admissível fazer da política uma arma de perseguição e angustias pessoais. As arbitrariedades da administração tucana obedecem a dois princípios complementares – ambos inconfessáveis, mas plenamente verificáveis até aqui por suas ações concretas: o primeiro é a exclusão popular, irregularidades no Orçamento Participativo e nenhum diálogo com a população. O segundo é o do favorecimento indevido e antirrepublicano de pessoas físicas frequentemente ligadas ao prefeito Frederico Henriques por laços familiares e de interesse financeiro.
Vejam, por exemplo, o remanejo dos funcionários na Prefeitura.  É nítida e confirmatória que essas alterações são protecionistas, de interesse de uma única classe e não do coletivo. É uma afronta ao bom senso e um desrespeito ao povo dionisiano e a esses funcionários que dedicam anos de suas vidas ao trabalho na Prefeitura. Funcionários tais de altíssima competência, mas do partido oposto.
A escória da cidade está implantando demagogia usando um tema sério, política, como pretexto para exercer irrestrito poder sobre a população. São carentes de uma ideologia sólida e as suas ações vão contra os anseios do povo.
Aliás, quem mesmo foi eleito prefeito? O pai ou o filho? Está muito clara a fome de JHF pelo poder. Está escancarado o seu interesse no dinheiro público. O nepotismo explícito na nossa Dionísio me faz presumir que este é o município da piada pronta. O velho que se esconde por detrás do novo. Uma renovação que, na minha humilde opinião, está mais para um retrocesso. É o descaramento alcançando níveis estratosféricos. Mas aos poucos os disfarces cedem lugar a irrefutável verdade. Acho que seria demais pedir para que esses rostos sejam guardados na memória, mas não os falsos, os verdadeiros, haja vista que a “agradável” e “afável” face da mentira reconfortante é mais aceitado pela população. E é nisso que se baseou a vitória do Frederico Henriques. Pois quando a verdade é voraz ela não é pra qualquer ouvido.


"O político não se restringe à politica partidária, nem aos governos, mas diz respeito ao modo como a humanidade define seu destino."


2 comentários:

  1. Boa noite.

    Imagine uma situação hipotética: Osvaldo Araújo ganhou a eleição e acabou de tomar posse. Qual seria o teor dos seus textos?

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    1. Crítico. O meu objetivo é esclarecer as pessoas. Mas, claro, faço isso na medida que vem a informação. Se o Osvaldo perseguisse funcionários competentes do partido oposto ou promovesse qualquer desvio ético ou financeiro também falaria. Embora já tenha afirmado o meu voto em Osvaldo,este seria o meu maior motivo para cobrar. E eu o faria, sem dúvidas.
      Obrigado pela visita.

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