quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Onde foram parar o seus sonhos?


Todos os dias eu ouço uma música chamada “Ideologia”, do Cazuza. Acredito que todos conheçam essa obra-prima da MPB. O sentimento que ela desperta em mim no trecho que diz – “... e aquele garoto que ia mudar o mundo, agora assiste a tudo em cima do muro...” – me faz questionar qual é o preço de uma ideologia. O problema dos seres humanos, do mais miserável ao mais abastado, é que todos nós temos o nosso preço. Vejo grandes nomes da nossa sociedade que se curvam aos maus intencionados em detrimento de benefícios. Pessoas instruídas que estão dispostas a se abdicar do altruísmo, pois comungam de uma cegueira opcional. Já eu sou mais ambicioso, é como Darcy Ribeiro disse – seja razoável, peça o impossível.
Gostaria de saber onde foi parar o sonho de quem deu a cara à tapa em diversas situações, mas principalmente em política. O sonho daqueles que, com o coração tranquilo e ideias na mente, acompanharam os passos dos seus respectivos candidatos. 
Onde foi parar o sonho daquele sindicalista chamado Lula que falava à massa dos corações dos trabalhadores e preenchia seus discursos com esperança? Recentemente ele fez uma aliança com Paulo Maluf em São Paulo, este que em tempos de outrora era um inimigo do PT, hoje se constitui num aliado importante, porque o interesse do ex-presidente é o poder, não os ideais.
A cidade ideal não se faz com passe de mágica. O que foi feito na Era Weber em termos de investimento no setor público é pouco frente ao que desejamos, mas foram passos importantes, firmes e que produziram resultados que antes desconhecíamos. Quero uma Dionísio melhor, tanto quanto todos que expressam esse desejo, mas não posso deixar que atitudes e piadinhas, das quais eu discordo, jorrem pelas redes sociais ou pelas bocas dos munícipes opositores a todo custo tentando desmerecer um trabalho que outros (que outrora ocuparam o poder) não produziram, mas insistem em pejorar. 


sábado, 26 de janeiro de 2013

Impressionante como tem gente que ainda quer 'mudanças' e acreditou que seria diferente. 

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Perfeito ninguém é. Mas honesta toda pessoa tem a obrigação de ser.

Com todo o respeito, mas foi um alívio não ver a cara do 'homem' nesses anos passados. O grande problema do Zé é que ele se acha “o” bem. Weber, não. Ele é sério, competente, objetivo, e soube enfrentar a nossa dura e velha realidade que JHF evitou – alianças corruptas, baixo investimento público no setor social, contas a pagar... E Frederico não poderá ignorar este passado recente, pois entramos num período histórico que exigem políticas complexas, profundas que não se resolvem em palcos, shows, cervejas, cabides de emprego... Precisamos afastar de vez o fantasma da política do pão & circo para estarmos preparados para enfrentar o nosso drama real. Peço licença à nossa Presidenta Dilma Rousseff para parafrasear uma fala sua – “Somente construiremos um Brasil com a grandeza dos nossos sonhos quando colocarmos a nossa fé no Brasil acima dos nossos interesses políticos ou pessoais.” E aqui em Dionísio isso não pode ser diferente.

O pai do atual prefeito governou como um show para a sociedade do espetáculo. Do nada fazia um pastel de vento, para êxtase da plateia. Parte do povo se sentia no poder por identificação ao seu modo malandro de governar o município. O que era mais urgente ele empurrava com a barriga, mas as festas não faltavam. Enquanto isso ia acontecendo o sistema público conhecia a ruína  Nessas condições nós não podemos deixar de temer um retrocesso, pois o filho disse que se inspira no governo do pai. Mas cá pra nós, não existe nada de aproveitável nessa gestão, tanto que o mesmo saiu da Prefeitura com seus direitos políticos cassado, perdendo o seu brinquedo preferido, a cidade de Dionísio – foi uma ferida terrível e profunda no seu narcisismo delirante. E aquele que ousar defender a honra e a inocência do Zé Henriques já me aponta um sério desvio de caráter e falta de honestidade. 

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

"Eu quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa." Guimarães Rosa


Nos discursos de posse, aplaudidos por alienados, mostram que os rumos que tomarão a atual gestão serão seguidos fielmente os rumos que levaram o município à ruina nos tempos da administração de JHF.
Tem-se que ter um comprometimento geral por parte dos políticos. Não é admissível fazer da política uma arma de perseguição e angustias pessoais. As arbitrariedades da administração tucana obedecem a dois princípios complementares – ambos inconfessáveis, mas plenamente verificáveis até aqui por suas ações concretas: o primeiro é a exclusão popular, irregularidades no Orçamento Participativo e nenhum diálogo com a população. O segundo é o do favorecimento indevido e antirrepublicano de pessoas físicas frequentemente ligadas ao prefeito Frederico Henriques por laços familiares e de interesse financeiro.
Vejam, por exemplo, o remanejo dos funcionários na Prefeitura.  É nítida e confirmatória que essas alterações são protecionistas, de interesse de uma única classe e não do coletivo. É uma afronta ao bom senso e um desrespeito ao povo dionisiano e a esses funcionários que dedicam anos de suas vidas ao trabalho na Prefeitura. Funcionários tais de altíssima competência, mas do partido oposto.
A escória da cidade está implantando demagogia usando um tema sério, política, como pretexto para exercer irrestrito poder sobre a população. São carentes de uma ideologia sólida e as suas ações vão contra os anseios do povo.
Aliás, quem mesmo foi eleito prefeito? O pai ou o filho? Está muito clara a fome de JHF pelo poder. Está escancarado o seu interesse no dinheiro público. O nepotismo explícito na nossa Dionísio me faz presumir que este é o município da piada pronta. O velho que se esconde por detrás do novo. Uma renovação que, na minha humilde opinião, está mais para um retrocesso. É o descaramento alcançando níveis estratosféricos. Mas aos poucos os disfarces cedem lugar a irrefutável verdade. Acho que seria demais pedir para que esses rostos sejam guardados na memória, mas não os falsos, os verdadeiros, haja vista que a “agradável” e “afável” face da mentira reconfortante é mais aceitado pela população. E é nisso que se baseou a vitória do Frederico Henriques. Pois quando a verdade é voraz ela não é pra qualquer ouvido.


"O político não se restringe à politica partidária, nem aos governos, mas diz respeito ao modo como a humanidade define seu destino."


segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Um Lugar Chamado Ceganópolis*.


Em um lugar não tão distante existia um líder político, mas ao contrário do que se espera dessa classe, ele se mostrou ao longo dos anos uma pessoa extremamente individualista. O ego humano é um monstro perigoso, incontrolável.

Entre agrados e abraços um desvio ético aqui, outro desvio financeiro ali. E o ‘homem bom’, como seu eleitores gostavam de chama-lo, foi aos poucos construindo um patrimônio, uma carreira política sólida. Só que havia um problema. Apesar de sólida, a sua carreira foi construída sob uma base de areia. Sua conduta não era exemplar, mas a política que ele adotava era bem eficaz. As pessoas gostavam quando recebiam cervejas em vez de uma educação de qualidade. Sei não, mas tenho pra mim que os moradores de Ceganópolis não tinham muita opinião crítica.

Ele se vangloriava por ter conseguido manter o seu partido no poder por cerca de 16 anos, mas nunca o ouvi se vangloriar de grandes obras, acho que ele não conseguiu terminar alguma. Ele era bom porque proporcionava emprego á revelia, mas isso aumentava os gastos, não com o social, mas com o pessoal. Aqui na civilização nós chamamos essa prática de cabide de empregos.

Esse “homem bom” quando não podia se reeleger indicava em quem seu eleitorado deveria votar, e eles eram obedientes, votavam mesmo. Só que um belo dia a população resolveu dar um susto nele. Quando este candidato garantiu que a vitória seria por mais de 1000, ela não chegou a 50 votos de diferença. Pra ser mais exato foram só 31. Ahhh mas não se esqueçam de que a necessidade em se manter no poder era tamanha que comprar votos era a saída mais viável, pois ele não conseguia convencer com palavras e propostas o eleitorado, menosprezar e ofender pessoalmente o adversário político não estava funcionando mais.

Ceganópolis é um município pequeno. Os vereadores de lá são basicamente os mesmos há anos. Alguns deles não largam o cargo. Mas a política não é profissão, e sim um serviço.

Esse tal prefeito foi, pouco tempo depois, cassado pela Justiça. Ai ele sumiu, porque se na prefeitura ele não podia estar, então a cidade não merecia a sua nobre presença. Ou é o poder ou não é nada!

O filho dele fez 22 anos e coincidiu com o ano eleitoral. O ‘homem que faz do dinheiro do povo a sua bandeira’ resolveu vesti-lo de fantoche e lançou a sua candidatura. E ele ganhou. O município perdeu, mas ele ganhou. “Mas o menino não tem culpa da má fama do pai. Ele vai fazer diferente do pai.” - assim o eleitor dizia. Sim, compreendemos: quem assim nos fala quer apenas dizer, Fantoche não tem culpa de fazer o medíocre, que falava aos corações da massa jovem daquele ano de eleição. À juventude alienada, certamente, mas juventude de peso, em número, que ganha sempre da minoria de jovens estudiosos. Que mal há em falar para a sensibilidade embrutecida mais ampla?

Sabemos, claro, que a lembrança mais funda de uma época vem misturada a pó, a disfarces. Não sei se me explico bem. Quero dizer, a lembrança mais funda pode não ser a época objetiva. Mas o que será mesmo a realidade objetiva sem a apreensão dela por um homem? Quero dizer, o que há mesmo de objetivo na beleza de um rio sem olhos que o veja? É como grandes feitos que não são reconhecidos, seja por militância partidária ou orgulho. Dizem-nos “se os seus olhos se fecharem, o rio continuará lá, independente dos seus olhos. Isto é objetivo”. Como as a escola profissionalizante ou as farmácias populares que continuam lá queiram ou não, pois já é uma marca que por detrás carrega o nome de quem conseguiu idealizá-las e trazê-las para a realidade.

Como eu estava dizendo. O poder voltou àquela oligarquia de antes. E o ‘homem do povo’ era quem dava as ordens por lá e a política funcionava como uma arma de perseguição e angustias pessoais. O povo de Ceganópolis se acostumou a aceitar esmolas enquanto via a falência da Educação e do sistema público em geral.


Esse é o retrato fiel de uma cidade que sai às ruas para comemorar a vitória de um partido político, mas pouco se importa com o que dificulta seu dia a dia. 


*Ceganópois é uma cidade fictícia.Qualquer semelhança  com a realidade é mera coincidência. (?)

sábado, 19 de janeiro de 2013


Nos dias anteriores eu redirecionei os leitores desse blog para um link do site do Tribunal de Contas do Estado, onde consta a Prestação de Contas do ex-prefeito cassado José Henriques Ferreira em formato PDF. Acho justo, ate para elemento comparativo, trazer também o link onde pude ter acesso à Prestação de Contas do ex-prefeito Weber Americano no mesmo formato. Aqui se segue:

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

O Teatro dos Sanguessugas.


II – APLICAÇÃO DE RECURSOS NAS AÇÕES E SERVIÇOS DE
SAÚDE – foi aplicado o percentual de 9,73%, deixando de se aplicar o percentual mínimo exigido de 15% da Receita Base de Cálculo, conforme demonstrativo às fls. 24/25 e 97. - refere-se à Prestação de Contas da Prefeitura Municipal de Dionísio, relativa ao exercício de 2002, Prefeito Municipal à época, José Henriques Ferreira.


Na contrapartida...

Índice positivo do Governo Weber Americano
                
Em 2011 o sistema público de saúde de Dionísio mantém a meta de atender acima de 68% da demanda do município na área da saúde. Este, destaca o prefeito Weber Americano, é um dos índices mais altos da região, constatado pela própria Gerência Regional de Saúde, sediada em Coronel Fabriciano.
Além do atendimento convencional, nas unidades de saúde, o atendimento no Programa de Saúde da Família conta com o trabalho de dois médicos e os plantões diários no hospital. O trabalho de especialistas como ginecologista e cardiologista completam o atendimento, com três especialistas.
“Podemos concluir que as únicas reclamações existentes na área da saúde em Dionísio ainda são em decorrência de relacionamento pessoal. Para essa situação procuramos solução com a mudança dos atendentes. Além disso, encontramos no Vale do Aço resposta a toda demanda de saúde das pessoas. O encaminhamento para Belo Horizonte hoje só é necessário em casos bem especiais recomendados pelo Sets. Raramente há casos que não podem ser atendidos na própria região”, conclui o prefeito.

Investimentos acima da média
                
Garantir o atendimento em um dos setores mais delicados do serviço público exige esforço, vontade política de fazê-lo e empenho dos profissionais envolvidos. O prefeito Weber Americano relata que em 2010 a prefeitura investiu mais do que o previsto, na área da saúde. “A média foi 20,81%, embora a obrigatoriedade fosse investir 15%. Contabilizamos um superávit em torno de R$ 339.554”, concluiu.


*        Venho ouvindo dizer que Weber deixou o Hospital cheio de dívidas. Aos maus informados cabe o esclarecimento que saúde deste município no mandato do então prefeito JHF, pai do atual prefeito, estava completamente abandonada. Na época a Diretora do Hospital cobrava subsídio em seringas e curativos dos pacientes, feito ilegal e negligenciado (apesar de ter sido explícito o ato) pela administração pública. Atualmente esta mesma diretora ocupa o cargo de Secretária de Saúde. Naquela época a dívida do hospital já era alta e juntamente com o ínfimo (para não dizer inexistente) investimento em infraestrutura culminou num hospital que funcionava em condições precárias, tendo muito mais característica de Pronto Socorro do que de um hospital de fato. As dívidas, em diversos setores, foram herdadas pela administração Novos Rumos. Dívidas tais que hoje eles querem transferir a responsabilidade. Maquiando os fatos para pegar os desinformados – público alvo daqueles que mentem. O único interesse concreto que a atual administração tem para com a população é mantê-los sempre na ignorância e não elevar o seu nível de conhecimento político. O futuro dessa atual gestão nutre expectativa de erros, omissões e hesitações.  
Mas digo, para aqueles que criticarão essa matéria: NÃO HÁ UMA FÓRMULA MÁGICA que faça promover avanços tão rapidamente em qualquer setor dos quais em tempos de outrora se encontrava absolutamente desamparado e debilitado, pois aqueles que deles deveriam cuidar não tem o menor compromisso com uma boa gestão. Preferem distribuir agrados e abraços para garantir-lhes votos a ter que investir no bem comum. Para esses, o investimentos em bens pessoais é mais interessante. E a população? Ahh quem é mesmo que precisa de saúde, educação, cultura... se o chope já está garantido?  Porém não se esqueça de que quem paga a conta disso tudo é o contribuinte. As migalhas já foram lançadas ao chão, agora peguem! É só a isso que teremos acesso. 

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013






*José Henriques Ferreira nutri a população com "alegria" e cerveja, mas abandona responsabilidade fiscal.

*Esta, amigo navegante, é pra você exercer seu Direito Inalienável à Informação e à Expressão.

*E o cassado anda pela Prefeitura, sabe-se lá por que.


*E lá foi ele, de braços dados com o chefe das compras de votos e desvios de dinheiro, JHF, a desfilar ódio pelos corredores da Prefeitura.

*O Zé está ai, mais inescrupuloso do que nunca. 



quarta-feira, 16 de janeiro de 2013


‎"Ninguém deverá se espantar se votos forem comprados a dinheiro. Não se pode dar muito ao povo sem retirar dele ainda mais, porém para retirar dele é necessário subverter o Estado. Quanto mais o povo pensa aproveitar de sua liberdade, mais se aproximará do momento em que deve perdê-la. Cria pequenos tiranos que possuem todos os vícios de um só. Em breve, o que resta da liberdade torna-se insuportável: surge um único tirano; o povo perde tudo, até mesmo as vantagens de sua corrupção." 

(MONTESQUIEU. Livro 8º: "Da corrupção dos princípios nos três governos". Cap. II, p.113. Rio de Janeiro: Pensadores, 1979).

sábado, 12 de janeiro de 2013

"A sociedade é repleta de hipocrisia, onde a retórica dos discursos altruístas omite os verdadeiros interesses: status, poder e dinheiro." Sergio Fajardo.

Como jogar o jogo sem deixar ser conduzido pelo jogo daqueles que determinam as regras e ainda sim conseguir prosperar? 
A arte de caminhar pela margem, acompanhar o Rio, se banhar nele e não atolar o pé no lodo. O desafio de ver as canoas passando cheias de pessoas sorridentes e identificar quem está rindo pra você e quem está rindo de você. 
Jogar o seu jogo, com seus limites, preservando a sua integridade, seus valores, sua moral. Entendendo que cada um tem uma abordagem e que seja possível seguir adiante sem se render, sem se prender, mas acima de tudo sem se sujar. Infelizmente parece inevitável para os tucanos não deixar de meter o pé na lama. Mas nunca se permitam esquecer que os vestígios ficarão e que somente a água e o tempo poderão trazer de volta a cor natural. 
Para ser quem se é realmente, torna-se preciso primeiro o conhecimento de si. Administrar as sombras e a luz, as noites e os dias, os fantasmas, os demônios. Jogar o jogo e amadurecer para saber até onde vale a pena o risco. Consciente que sem enfrentar o risco não se consegue ir além do que outros já foram. E Weber foi muito além de qualquer perspectiva assumindo o desafio de administrar uma prefeitura que se encontrava absurdamente afunda em dívidas e demais irregularidades.
Como jogar o jogo sem deixar ser conduzido pela ambição superficial, daqueles que se apegam apenas a vaidade que vem na promoção do ego e acreditam mais em seus personagens do que no rosto sem máscaras do despertar, quando ninguém está lhe vendo. É fácil enveredar pelas facilidades oferecidas a quem só tem compromisso com o que é rápido, imediato e descartável. Pois existe uma grande confusão entre o desapego e a falta de compromisso. 
Acredito que o reconhecimento deve ser por méritos e não pela compra das credenciais. Acredito no trabalho honroso que foi feito pelo nosso memorável prefeito Weber Americano. Acredito que quando trabalhamos sério, com verdade, disciplina e responsabilidade, pode demorar, mas o resultado vem. É nisso que eu acredito. Acredite você também!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

         A festa foi deles, mas a conta é nossa!

O critério é um só – favorecimento político.



A ambição dos corruptos sobrepõe-se à fome, aniquilam sonhos, alimentam o crime e o tráfico, e corrompem os pilares do mundo. Nós brasileiros, ao longo da nossa história nos acostumamos a ter, na imagem dos políticos, seres compulsoriamente corruptos. Com isso fica muito difícil para os homens de bem se manter na vida política reafirmando sempre a sua honestidade e sua honra, e ao mesmo tempo lidando com acusações vis de uma oposição mesquinha que se preocupa muito mais com a destruição da imagem do adversário a ter que desempenhar o papel real que deveriam, por obrigação, realizar. Sobem o filho e o Zé ao palanque e falam umas tantas imbecilidades livremente, sem ninguém para contestá-los ou sequer tentar trazê-los de volta à realidade. Porque tudo se resume a isso: há a Dionísio real, que vai muito bem há 5 anos, e a Dionísio dos tucanos, no qual nada funciona e por aí vai.
O cidadão que tolera a corrupção está fadado ao atraso e sensível a ser a própria vítima desse sistema que faz com que os demais setores do município operem com alta deficiência. Não consigo compreender a lógica desse município em interromper um modelo administrativo que veio dando certo desde o momento em que se fez vigente. Nunca Dionísio realizou tantas obras, em anos os funcionários públicos da prefeitura não tinham a garantia de receber seus salários em dia. Os tucanos usam do argumento que o Frederico será diferente do seu pai. Ora, se o fosse mesmo, me expliquem as razões pelas quais alguns dos antigos protegidos do Zé estão de volta aos seus antigos cargos. Olhe para o Hospital, por exemplo. Diversos pacientes se queixaram dos baixos investimentos públicos e a da cobrança indevida de subsídio em curativos e seringas ocorridas nos tempos do ex-prefeito cassado – a ex-diretora do Hospital agora ocupa a Secretaria de Saúde. Onde está mesmo aquela “renovação”? E os discursos dos eleitores que dizem que o filho não seguirá os passos do pai?
Francamente, o que tem que haver é o término dessa inapetência a Prefeitura. Ela só vai se firmar diante da sociedade quando agir com tempo e modo. O faz de conta em que ela atua tem que terminar imediatamente. Vamos, sociedade, continuar a ignorar os fatos que saltam explícitos aos nossos olhos? A eleição não foi o “faz de conta” suficiente para ver que estamos regredindo ao modelo de política arcaica e reacionária dos tempos de outrora? Quanta falta de respeito! Vocês irão aceitar isso de forma passiva? Pois sugiro a revogação imediata dessa nomeação, e aconselho caros cidadãos, que façam o mesmo!