sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

A verdade em que você acredita determina seu caráter.

Dionísio - Formação Administrativa:

Distrito criado com a denominação de Dionísio, pela Lei provincial nº 2876, de 20-09-
1882, e Lei estadual nº 2, de 14-09-1891, subordinado ao município de Itabira.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de Dionísio aparece
figurando no município de São Domingos do Prata. Nos quadros de apuração do recenseamento geral de 1-IX-1920, o distrito se denomina São Sebastião do Dionísio e permanece no município de São Domingos do Prata.
Pela Lei estadual nº 843, de 07-09-1923, o distrito de São Sebastião do Dionísio voltou a denominar-se simplesmente Dionísio. Em divisão administrava referente ao ano de 1933, o distrito de Dionísio permanece no município de São Domingos do Prata. Assim permanecendo em divisões territoriais datada de 31-XII-1936 e 31-XIIX-1937. Elevado á categoria de município com a denominação de Dionísio, pela lei estadual 336, de 27-12-1948, desmembrado de São Domingos do Prata. Sede no antigo distrito de Dionísio.
Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1949. Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960. Pela Lei estadual nº 2764, de 30-12-1962, é criado o distrito de Conceição de Minas e anexado ao município de Dionísio. Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 2 distritos:
Dionísio e Conceição de minas.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2001. Pela Lei municipal nº 301, de 04-04-2002, é criado o distrito de Baixa Verde e anexado ao município de Dionísio.
Em divisão territorial datada de 2005, o município é constituído de 3 distritos: Dionísio, Baixa Verde e Conceição de Minas.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
        

Alguma festa? Celebração? Ou foi promovido o resgaste da memória como nos tempos de outrora? NÃO!
Afetados pelas ideias de uma educação meramente utilitária e tecnicista, currículos são, em geral, adaptados para assegurar apenas o que se considera como “o mais necessário” aos jovens cuja formação em nível médio depende das escolas públicas. A receita genérica é oferecer mais aulas de disciplinas ditas instrumentais, como Português e Matemática, e menos aulas de conteúdos voltados a uma formação crítica e humanista. Ou seja: uma educação pobre para os pobres.
O resgate da história e a busca pela identidade dos cidadãos dionisianos são deixadas na gaveta para que possamos aprender a nos exilar da crítica e do “Horizonte de Consciência” - limite entre o que o cara enxerga e o que o cara não enxerga.
Nos tempos de campanha, a atual administração falava sobre qualquer pensamento sem saber nada a respeito e essa ignorância lhes é favorável porque se passa essa visão ao povo e o povo realmente acredita que nada existe fora daquilo. Eles colocam uma venda nos olhos pra impedir que as pessoas enxerguem e eles mesmos são vítimas disso, pois se reúnem com a finalidade de se imbecilizarem uns com os outros. E tem nisso um sucesso espetacular porque eles assim o são - intelectualmente desinteressante.
Para quem entra e sai da vida sem deixar uma linha para a posteridade, não deve haver também interesse para promover o resgate da memória daqueles que foram CAPAZES de promover algo realmente bom e grandioso. Dá gosto saber que a idiotice é um patrimônio da humanidade, mas dói saber que fazemos parte disso.
Essa mesma indiferença mórbida ao que é relevante de fato transformou o pobre "prefeitinho" na origem dos males do município quando na verdade ele é um sintoma desses males: a origem está ao seu redor e na origem do que foi a sua candidatura. 

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

E lá vamos nós...

Desde quando o PSDB reassumiu a Prefeitura de Dionísio poucas foram atitudes de iniciativa própria. A atual administração optou por dar continuidade a muitos projetos estabelecidos pelo prefeito anterior.  Desse modo é possível entender que, implicitamente, existe um reconhecimento dos mesmos em torno do legado deixado por Weber Americano. Ainda não existe um projeto criativo próprio, apenas a inércia de seguir com aquilo que já veio pronto.

No entanto, acho de suma importância recordar dos inúmeros discursos onde o único objetivo era a difamação desse mesmo ex-prefeito. Irônico, não? Não! Diria... Típico. Tentar desconstruir uma imagem positiva de alguém com falsas acusações e falso moralismo tendo como único intuito a desinformação da população para mascararem ou apaziguarem os próprios erros passados. Reivindicam uma representação na opinião pública nos enfiando palavras repetidas, desesperadas. Tentam se firmar na política não pelos seus feitos, pois são quase inexistentes, mas pela desconstrução covarde do adversário político.


Ao mesmo tempo em que insistem nessa tática na adoção do discurso, nos bastidores esse grupo se firma como atores políticos, defensores de seus próprios interesses e dos de seus financiadores.

domingo, 18 de agosto de 2013

A modernização do atraso.

Retorno Em Dionísio, na Região Central do estado, a 250 quilômetros de Cipotânea, a história quase se repete. A diferença é que o herdeiro político é mais novo. Quem vê Frederico Henriques Figueiredo Coura Ferreira (PSDB) assumir pela primeira vez o comando da prefeitura, aos 23 anos, não imagina o caminho que o fez largar a profissão de engenheiro civil, para a qual se formou em dezembro do ano passado, e rumar para a política. Foi praticamente uma questão de revanche familiar. Frederico é a volta por cima do pai,    José Henriques Ferreira, que foi prefeito por três mandatos e foi cassado no último ano deles, em 2007, por ter concedido descontos na conta de água dos moradores nos dois meses anteriores à sua eleição em 2004. “Concorri a pedido do povo e é uma volta por cima. Mostra que meu pai foi cassado porque fez algo pelo povo”, disse. 

Além de Frederico e o pai, José Henriques, o novo prefeito de Dionísio conta que o avô Valdivino Ferreira foi vice-prefeito da cidade. Os parentes por parte de mãe dominaram o Legislativo: o avô Eder Coura e o bisavô Joaquim Coura foram presidentes da Câmara Municipal. “Nosso grupo político como um todo tinha 20 anos no poder e o meu pai foi cassado. Foi bom que experimentaram uma coisa diferente e não gostaram”, afirmou, referindo-se ao período que a oposição assumiu o poder (2009–2012). Depois de anos estudando em Belo Horizonte, o filho à casa voltou para ser prefeito.”

Isso é fazer algo pelo povo????? Fazer algo pelo povo é assumir a Prefeitura com responsabilidade. É garantir e respeitar os direitos básicos da população. É alimentar a vida das pessoas com esperança garantindo-lhes por mérito próprio a ascensão e dignidade.

Diferentemente de Weber que veio motivado a melhorar a cidade que estava sucateada pela administração anterior e que pensa a política como arte da transformação social, Frederico veio alimentar essa mesquinharia política que tanto nos faz mal. Ele não representa a vontade da população, não trabalha para o município nem para o bem dos cidadãos – trabalha prioritariamente para se manter no poder. Esse garoto se aproveitou da ignorância, da indiferença e da ganância dos cidadãos para deixar de cumprir com as suas obrigações, alimentando a dura vida do meu povo sofrido com migalhas. Essas questões bateram à nossa porta e já estão nos atropelando. Apenas cegos, cínicos ou oportunistas se recusam a enxergar.

terça-feira, 16 de julho de 2013

"Mas que tempo vagabundo que escolheram pra eu nascer."

Veja você, amigo navegante, o compromisso com a transparência e a informação NÃO são preocupações dessa atual gestão. Os meios obscuros que se apoiou a campanha eleitoral da “Frente de Renovação Dionisiana” rendeu a cassação do diploma do prefeito Frederico Henriques. 

O site da Prefeitura Municipal, principal fonte de informação para a população, encontra-se totalmente desatualizado. Este é o reflexo dessa política perniciosa que transformou a Prefeitura num balcão de negócios.

Este prefeito teve a oportunidade de mudar a imagem negativa do seu partido, mas nesses anos de mandato ele gerou uma série de incertezas nos mais diversos setores. Por enquanto, nas áreas de segurança e educação, produziu mais do mesmo do seu pai, um mesmo de baixa qualidade.

Eis um reflexo de um povo ingrato e sem compromisso que acha mais fácil mudar de cidade que melhorar o próprio município. Quem faz uma cidade é quem nela vive. Infelizmente estamos colhendo os frutos da ignorância de grande parte dos próprios filhos desse município.


sábado, 22 de junho de 2013

Ideologia - precisamos de uma para viver.

O momento atual é propício pra se pensar a nossa democracia.  Ao longo desses meses desde que iniciei o blog eu sempre fiz questão de destacar a nossa fragilidade democrática – seja em Dionísio, seja no Brasil. Acredito que ainda somos imaturos, porque se recorremos à história podemos perceber que as eleições diretas é um tema recente.
Mesmo morando afastado dos grandes centros urbanos eu não deixo de acompanhar as manifestações que tomam conta das ruas do meu país. Com o passar do tempo esses protestos ganharam tanta força que foram se alastrando também pelo interior. Os 0,20 centavos foi só a desculpa que precisávamos para abandonar a inércia e ingressar nas inúmeras marchas. Com a projeção que o movimento ganhou junto dele agregou-se a união de pensamentos múltiplos. Diferentemente dos outros movimentos de mesma natureza no Brasil, este não tem um “herói”, não tem sequer uma figura que possamos chamar de vilão, como foi com o Collor, por exemplo, em que as pessoas sabiam contra o que estavam lutando.  O caos que o brasileiro é obrigado a conviver todos os dias por (i) responsabilidade dos nossos governantes de uma maneira geral, fez com que a indignação trouxesse às ruas pessoas com linhas de pensamentos e ideologias distintas. Um mesmo movimento acolheu a “Direita” e a “Esquerda” por que o objetivo é comum – a democratização da democracia e a reforma da mesma. Há nas ruas espaço para todas as diversidades.
As vozes das ruas clamam por mudanças e novas posturas dos nossos políticos. Eu vejo um novo começo de era e precisamos nos preparar politicamente para o que está por vir. Confirmarmos que seremos (precisamos ser!) a mudança que queremos.  E enquanto o Brasil grita para o mundo a sua insatisfação, Dionísio se cala e se curva a antiga politicagem de sempre. Enquanto os nossos jovens bradam para tentar construir um futuro com melhores expectativas, o nosso jovem prefeito escolheu o partido mais conservador e passou a atuar na contramão do que hoje a nação deseja.


quarta-feira, 5 de junho de 2013

Enquanto os homens exercem seus podres poderes...

Um dos piores perigos para a democracia em Dionísio consiste nessa classe de políticos dominantes que não tem compromisso algum com os princípios morais da política e da sociedade. Usam o poder para justificar a dominação e a manipulação. Toda essa epopeia de vagabundagem, parasitismo e roubalheira que assola o município tem que acabar! Se essa oligarquia continuar se perpetuando no poder (poder tal, dado PELO POVO) nós estaremos construindo a rota para o próprio fracasso histórico.

Por trás de cada campanha eleitoral existe uma união de mal intencionados em torno desse interesse egoísta e sanguessuga que impede o município de crescer. Essa turma quer fazer de Dionísio o paraíso da roubalheira e da impunidade. Eles são eleitos para representar o povo e os interesses da população, mas, tanto antes das eleições como depois, esses canalhas insistem nessa retórica ridícula, posam de bonzinhos e da maneira mais vil tentam denegrir a imagem de potenciais adversários políticos e o faz sem NENHUMA PROVA ou CONVICÇÃO porque não existe espaço para a verdade dentro dessa politicagem, – assim fizeram com Weber, assim fizeram com Osvaldo, no entanto a “Frente de Renovação Dionisiana” tem DOIS prefeitos CASSADOS e gestões passadas vergonhosas que NUNCA corresponderam aos anseios do povo. As poucas obras iniciadas nunca foram finalizadas como o Ginásio Poliesportivo e a Estação de Tratamento de Esgoto.

É uma mistura de ignorância e oportunismo, tudo para levar o cidadão a não acreditar no seu próprio poder de transformar a sociedade pelo engajamento. No fundo é a tentativa de aplicar o velho golpe: tirar o povo do caminho, para colocar no governo um preposto que governe só para as velhas oligarquias e que consiga maquiar esse fato por meio de discursos falso-moralista. Estamos esperando mais ética na política, porque a política já está com cara de "Vale Tudo" para defender a burguesia decadente,  que continua perdendo privilégios. Está ficando uma situação lamentável, esse "custe o que custar" imbecil.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

O mau político deve me odiar.


A atual gestão veio para, mais uma vez, escancarar a sua pobreza ética e moral.
Brincam de gato e rato com a Justiça Brasileira, certos de que a impunidade lhes presta serviços como anjos da guarda. Mas não desta vez!

Os senhores corruptos não querem saber de nada! Não oferecem condições dignas de prestação de serviços para a sociedade. Os senhores não tem comprometimento com coisa nenhuma! Só querem desfrutar de seus privilégios e legislam somente em prol de seus interesses particulares.

Acho que está na hora de mais dureza com esses sujeitos que impedem o município de andar. Está na hora de denunciar os comandantes do atraso. É difícil? É! No entanto, o nosso poder tem como base o conhecimento e a paixão que nos move sempre pela busca de algo maior em torno da coletividade.

Viveremos numa nova perspectiva daqui em diante. Temos que abandonar de vez a cidade em que reinou a impunidade e a corrupção, de cidadãos que foram tolerantes com as alianças que criaram a cachoeira de corrupção que cai sobre nós. O Zé, líder da oposição, é um populista típico que só funciona no velho sistema do atraso político e arrastou o próprio filho para esse meio espúrio.
Há, no entanto, um culto ao egocentrismo dos “Poderosos Chefões de Dionísio”, cidade governada por uma oligarquia que mais se assemelha a uma Capitania Hereditária.

Querido CIDADÃO DIONISIANO, a ideia que os tucanos lhes venderam nas eleições passadas de democracia e pluralismo é apenas mais uma farsa que te mantém muito bem adaptado a essa mentira que eles insistem em te fazer engolir. 

E a novela continua...

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Nada é mais poderoso do que uma ideia que chegou no tempo certo. Victor Hugo.


Quando Weber Americano veio a Dionísio como candidato às eleições de 2004 ele veio com uma bagagem cheia de novas ideias. Uma ideia cujo tempo chegou é indestrutível. Não é a ideia que a gente tem, mas a ideia que nos possui. Quando isso acontece, nós nos tornamos uma potência para transformá-la em realidade.

As pessoas sentiram, naquele momento, que essa era a oportunidade para a melhor mudança. Militantes que abraçaram a campanha e apostaram na vitória do Weber tal qual a oposição que tinha certeza de uma vitória larga se surpreenderam com os poucos 31 votos de diferença que deram a José Henriques a conquista daquele pleito. No entanto, o inevitável aconteceu - JHF foi cassado. Weber assumiu a Prefeitura e os sonhos de CADA cidadão.

Em sua gestão ele viabilizou a concretização de cada sonho possível, não demonstrou preocupação alguma em agradar o povo ludibriando-o com festas ou empregos para, assim, garantir votos. Infelizmente, e isso ficou comprovado na última eleição, o que realmente importa para a maior parte da população dionisiana é a "simpatia" de um candidato; o trabalho desempenhado por ele perde em valor. Para outros, porém, que foram direta ou indiretamente beneficiados com as inúmeras ações implementadas em Dionísio e se permitiram abrir a janela permanentemente fechada do partidarismo viram nele o verdadeiro espírito de liderança daquela década.

Um líder não pode dar ao seu povo um destino, mas deve mostrar o caminho. Weber queria um povo forte, sábio, soberano; contribuiu da forma como pôde para nos ajudar a construir um caminho que ainda hoje muitos seguem. Outros, talvez sem saber, optaram pelo regresso. Apostaram que Frederico seria também uma mudança, mas ele está hoje no lugar previsível para aqueles que almejam o cumprimento da Justiça - está no mesmo ponto que repousa o inesquecível passado político do seu pai. Qual a argumentação agora?

A população e seus políticos tem que aprender que se tratando do bem estar social de um povo a Cidade se torna uma UNIDADE. Temos que aprender a desfrutar da coautoria de modo a não desmerecer o trabalho que já foi feito - como assim criticou JHF e sua militância que outrora ocuparam o poder, mas não fizeram e hoje insistem em pejorar. Temos que nos colocar mais como mobilizadores em torno da causa democrática do que como provedores de respostas prontas. O partido do PSDB em Dionísio já perdeu há muito a sua capacidade de se conectar a utopia do município.

Eu tenho certeza que esses novos ativistas que vem surgindo na nossa cidade não irão permitir a morte dessas boas ideias e não irão deixar que a nossa democracia seja subtraída. 

terça-feira, 9 de abril de 2013


Soube que vocês nada querem aprender
Então devo concluir que são milionários.
Seu futuro está garantido – à sua frente
Iluminado. Seus pais
Cuidaram para que seus pés
Não topassem com nenhuma pedra. Neste caso
Você nada precisa aprender. Assim como é
Pode ficar.
Havendo ainda dificuldades, pois os tempos
Como ouvi dizer, são incertos
Você tem seus líderes, que lhe dizem exatamente
O que tem a fazer, para que vocês estejam bem.
Eles leram aqueles que sabem
As verdades válidas para todos os tempos
E as receitas que sempre funcionam.
Onde há tantos a seu favor
Você não precisa levantar um dedo.
Sem dúvida, se fosse diferente
Você teria que aprender.

Bertolt Brecht.

Quero me direcionar hoje principalmente para os jovens desinteressados em adquirir senso crítico, quero expor os fatos de maneira provocativa. Quero deixar bem clara a minha intenção para os politicamente apáticos e conformados que não participam de nada e entregam tudo na mão daqueles que detém e abusam do poder.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Por irresponsabilidade da atual gestão o "sonho da casa própria" será adiado.


O município de Dionísio foi contemplado pelo Ministério das Cidades com o valor de um milhão de reais para a construção de quarenta casas populares. Para a execução deste empreendimento foi escolhida a Companhia de Habitação do Estado de Minas Gerias, COHAB/MINAS, por possuir estrutura adequada para o projeto e por estar devidamente autorizada, operando no programa Minha Casa, Minha Vida para municípios com população limitada a até 50.000 habitantes. 
O ex-prefeito Weber Americano assinou em junho de 2012 uma cooperação entre o Ministério das Cidades, a COHAB e o Município de Dionísio. Essa contemplação do município só foi possível por se enquadrar nos termos do programa e por ter a proposta aprovada no processo seletivo nacional.
As habitações visam beneficiar candidatos que se enquadram nos seguintes critérios: não possuir imóvel residencial ou financiamento de imóvel pelo Sistema Financeiro de Habitação; ser residente no Município por período igual ou superior a dois anos; ter renda mensal bruta comprovada de um salário mínimo até no máximo R$1.600,00; entre outros.
Fica a cargo do município apenas o dever de ceder o terreno a ser edificado e abrir uma via de acesso e demais infraestruturas básicas (pavimentação de nível primário e meios fios, iluminação pública, abastecimento de água e energia elétrica, solução de esgotamento sanitário e drenagem de águas pluviais, quando necessário). 
A data limite para a finalização das casas populares está prevista para o final de 2013, ou seja, a prefeitura tem até o mês de abril para arrumar o local e tomar as devidas providências pois, ao exceder esse limite, as construções não seriam finalizadas a tempo. Caso uma das partes não cumpra o contrato, a parte prejudicada deverá ser indenizada judicialmente. O valor da multa varia, uma vez que ela está diretamente relacionada aos valores gastos pela parte lesada.
Pensando no curto prazo que há pela frente, a vereadora Ivanise Cristina Vieira de Castro Martins solicitou ao chefe do Executivo Municipal o devido cumprimento do convênio. Através de um requerimento, a vereadora solicitou o cumprimento firmado entre o Ministério das Cidades, a COHAB e o poder Executivo Municipal. Como justificativa, Ivanise afirmou em documento: “Trata-se de um benefício de fundamental importância para toda a população de Dionísio, visto que inúmeras famílias carentes necessitam das habitações que serão construídas com a devida execução do convênio 4661-00-12”.
A COHAB enviou ao prefeito um documento no qual solicita providências para iniciar os serviços relativos à localização da obra e execução da terraplanagem do sistema viário. Consta ainda no mesmo documento o prazo de, no máximo, cinco dias a partir de 4 de Março de 2013 para que as devidas providências sejam tomadas. Entretanto, o terreno ainda não foi cedido pela prefeitura.
As casas populares inicialmente seriam construídas no conjunto habitacional Maria Joaquina, mas não há andamento das negociações de compra do terreno. Caso a prefeitura não cumpra a execução do contrato, ela deverá pagar uma multa a COHAB e entrar, novamente, na lista de municípios inadimplentes.

Segundo as palavras da vereadora Ivanise: "... infelizmente parece q não vamos ter casa,é uma pena.Mas,eu fiz minha parte.Dediquei muito a esse projeto.E agora como representante do povo fiz uma reivindicação na câmara Municipal.".

domingo, 7 de abril de 2013

Mais do mesmo.


Sempre atuando na contramão do desenvolvimento olhando o futuro pelo retrovisor JHF ignorou as necessidades mais urgentes do município nos seus tempos frente à PMD e quando poucos ainda acreditavam, ele foi (finalmente) cassado. Tempos depois, ainda inelegível, este lança a candidatura do filho. Colocando-o num emaranhado de falcatruas. Frederico, um jovem formado em engenharia, preferiu abrir mão de um futuro próspero para alimentar os devaneios do seu pai que sempre teve uma sede insaciável pelo dinheiro público.

Com o egoísmo delirante que todos já conhecemos ele promoveu a utilização do próprio filho como instrumento de manipulação para alcançar o poder a partir de uma ótica própria de quem vê na excreção política uma forma de garantir a exploração do dinheiro público com fins pessoais.  O que se vê em Dionísio não é somente a atuação de um farsante travestido de político, mas a perpetuação de um crime contra os interesses públicos municipais. Constituem-se em atos incompatíveis com o conceito de Política Pública, um atentado aos direitos humanos que nos coloca, a todos, reféns de um processo de degradação social liderado por idiotas com um microfone na mão.

A inclusão da hereditariedade na política sem obedecer aos princípios éticos que regem a sociedade é, talvez, o elemento mais emblemático em Dionísio e um revelador do desrespeito ao ofício do político. Por razões diversas os partidos e os “padrinhos políticos” têm lançado, ao longo do tempo, mão dessa baboseira imprestável, como se fosse possível crer que teriam diferentes atitudes um filho que é apoiado pelo pai corrupto, por exemplo.

Dar um microfone a um fantoche, ou usá-lo como instrumento pérfido de manipulação, como fez JHF com Frederico Henriques, não faz dele um político – e, provavelmente, não irá ajudá-lo a construir um bom caráter. O que me deixa intrigado, para não dizer abestalhado, é o que me parece ser uma certa ingenuidade das pessoas ou então um certo adesismo sem crítica a qualquer campanha que surge dos tucanos. Diziam que seria um governo diferente. Onde mesmo cara-pálida?

Foi um sopro de alegria na minha tristeza quando li, pela primeira vez, a sentença da Juíza Eleitoral Vânia da Conceição Pinto da Comarca de São Domingos do Prata. Com isso eu voltei a acreditar na honestidade e na solidariedade humana. Ganhamos um espaço vital para a nossa luta.

Recentemente fui questionado sobre quem eu achava ser o melhor nome para suceder o atual prefeito cassado. O primeiro nome que me veio à mente foi o do Nando. Ele foi eleito vereador de Dionísio por dois mandatos consecutivos e demonstrou enorme vontade política. Como não convivo com ele não posso dizer as razões que o levaram, neste pleito, a se afastar da política. Respeito sua decisão e compreendo que talvez tenha sido por necessidade, mas me sinto um pouco órfão e triste em ver tão honrado cidadão abandonando uma das frentes da política por força ainda desconhecida. Aprendi a observar o seu trabalho à distância e a me orgulhar. Assim como me orgulhei do trabalho desempenhado pelo Weber Americano. De todo modo, teremos que aguardar. Ainda nos resta um longo caminho de luta pela frente.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Djavú.

O dispositivo em questão, incluído pela Lei n° 11.300/2006, é um instrumento de resgate da ética no processo eleitoral e de combate à corrupção eleitoral.”. (http://www.tse.jus.br/sadJudSadpPush/RecuperaArquivo.do?sqImagemDoc=857695) (http://www.tse.jus.br/sadJudSadpPush/RecuperaArquivo.do?sqImagemDoc=857695)

“Saliente-se que a omissão – total ou parcial – de dados na prestação de contas denota desinteresse do candidato em submeter-se ao controle jurídico-contábil, em revelar a origem e destino exatos dados aos valores arrecadados e empregados na campanha. A falta de transparência faz brotar a presunção de que a campanha se desenvolveu por caminhos escusos, inconfessáveis, incompatíveis com os princípios que informam o Estado Democrático de Direito; induz a crença de que os autos de prestação de contas não passam de peça ficcional, longe, pois de espelhar a realidade.”. (http://www.tse.jus.br/sadJudSadpPush/RecuperaArquivo.do?sqImagemDoc=857695)



O senso de reponsabilidade para com o dinheiro público nunca existiu dentro da coligação “Frente de Renovação Dionisiana”. Em momento algum me surpreendi com o desfecho que teve o mais novo atual prefeito cassado, Frederico Henriques. Essa política nociva ainda é defendida por muitos (o que me angustia profundamente) - pasmem - tem gente que ainda acredita na boa fé dessa gente.

Coloquemos, então, a culpa no processo de formação do Brasil, na herança do patriarcalismo português, nas imposições religiosas, na massa de manobra e por aí vai. É mais fácil atestar que somos frutos de algo, determinados pelo passado, do que tentar romper com uma inércia que mantém cidadãos presos a ideais vazios e fúteis. Tem sido uma luta ferrenha e necessária que inclui uma profunda reflexão sobre nossos próprios comportamentos e a exposição daqueles que, em cargos públicos, rasgam os preceitos básicos da nossa democracia.

Vamos atentar ao fato de que ele foi ELEITO pelo povo para ocupar o cargo mais alto do nosso município? Vamos prestar atenção ao fato de este garoto ser um reflexo do eleitorado? Sim, ele representa um bastião de grande ameaça aos princípios éticos, mas ele foi posto por pessoas que CONCORDAM com a sua ideologia.

Enfim, ele é a cereja de um bolo de hipocrisia, e não nos adianta focar numa cabeça da hidra enquanto outras crescem sem parar. Não devemos achar que o removendo da Prefeitura alcançaremos uma utopia de transparência e altruísmo. A maneira como devemos proceder é fazer um trabalho de formiguinha no mundo ao nosso redor, para que “Zé Henriques” e “Fredericos” da vida não encontrem lar em mentes fracas que concordam com suas ideologias ridículas, e com isso, falhem miseravelmente em terem espaço no poder público.

Assim como o próprio FH (Frederico Henriques) já havia dito em campanha ele de fato seguiu os passos do seu pai, pois ambos desrespeitaram as premissas da constituição e NUNCA corresponderam ao que esperamos de um homem público. Pois bem, terminaram o mesmo fosso, partilham da mesma vergonha de terem sido defenestrados do poder.

JHF trabalhou duramente para, em torno da imagem e nome do FH, criar e promover de modo amiúde falso moralista e paladino da ética, visando sempre alcançar o êxito político e econômico da Coligação. Além do mais o cara continuou a proferir mentiras (inclusive, já desmentida pelas próprias circunstâncias). Desce o malho nas pessoas que estão fazendo a parte delas na política, que é o Osvaldo e o Weber. ‘Bate’ num político sério e justo, que está tentando consertar tudo que está errado na política desta cidade, que vem enfrentando com coragem toda essa corja de bandidos que sangram os cofres públicos! Lidando com acusações vis de um homem desesperado pelo poder. Nós não fazemos parte deste clube patético. A política de esgoto corre por outras bandas.

Quando votamos, é para que os nossos representantes lutem pelo bem da cidade e de seus cidadãos. Na prática, o que acontece é que sustentamos uma manada de marajás, assessorados por um batalhão de aspones*, que estão levando o município de grande potencial à ruína. Volto a frisar – se a memória do saque aos cofres públicos não se tornar um patrimônio dos dionisianos então estaremos fadados a eternamente repetir a história.



* Aspone é uma gíria brasileira composta das letras iniciais da frase ASsessor de POrra NEnhuma. Aspone refere-se àquele tipo de pessoa que faz parte do quadro de funcionários de uma empresa ou repartição pública, mas na verdade não tem função alguma, por ser completamente desnecessário ou não trabalhar - está ali por ter apadrinhamento político ou familiar - significando apenas um ônus a mais na folha de pagamentos.

domingo, 24 de março de 2013

A disputa política fala mais alto que o interesse coletivo.


Por mais contraditório que possa parecer eu vejo que nós alcançamos uma ‘ditadura-democrática’. Isso ocorre, pois colocamos no poder pessoas que não nos representam, apenas representam os próprios interesses e conceitos de modo a tornar obrigatória a sua aceitação. Como são poucos os que se importam em aprofundar nessas análises o município vai continuar assim.

Recordo-me que quando Weber assumiu a prefeitura as obras do asfalto na Serra do Luar tiveram inicio quase imediatamente à sua posse, enquanto o atual governo está mais preocupado em justificar o próprio fracasso e incompetência. Frederico, uma pessoa com um cargo público com poder de decisão (que deveria garantir que os direitos fossem válidos a todos os cidadãos) não poderia nunca se deixar influenciar pelo seu pai dando-o voz para profanar imbecilidade como ele sempre o fez. Age, dessa forma, não para fazer valer o Estado de Direito, mas sim para incentivar a intolerância, empurrando a sociedade para o precipício, baseado em uma formação individual extremamente deficiente.  Verbalizam a visão de uma parte da sociedade que, mal informada, reproduz processos que mantém o egocentrismo como preceito base da política.

Ele representa não apenas uma parcela da população (o que me abisma), mas também do poder público (o que me deprime). E que sirva como alerta – se a memória do saque não se tornar um patrimônio dos dionisianos, a cidade poderá repetir a história, que a meu ver, já está acontecendo.

De todo modo, a (justa, necessária, fundamental) queda de José Henriques Ferreira não levou embora as posições que ele defende, porque elas também não pertencem a ele. Os nossos representantes nos parlamentos municipal e estadual, quer gostemos ou não, são um espelho de parte de nós e esses posicionamentos continuarão incorporados por outros eleitos ou reeleitos que comungam das mesmas ideias dos que hoje ocupam o poder.

Tenho esperança de que, um dia, com muito DIÁLOGO e paciência, a composição dos parlamentos mostre um reflexo melhor. Um do qual não sintamos tanta vergonha.

*Dou ênfase ao diálogo, pois nas últimas eleições senti falta do debate, do confronto direto e supervisionado das propostas e ideologias dos candidatos. Gostaria muito que alguém prestasse esclarecimento sobre a ausência do mesmo. Isso empobreceu muito a campanha eleitoral.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Câmara Comentada.


O projeto que previa aumento de salário para alguns funcionários, entre outras coisas, enviado à Câmara Municipal da cidade, não chegou a ser discutido na reunião da última segunda-feira, dia 18. Isso porque o mesmo projeto havia sido enviado alguns dias antes(com algumas alterações) em caráter de urgência e foi reprovado. Na ocasião, quatro vereadores votaram contra e três votaram a favor. Votaram contra: Ivanise Cristina Vieira de Castro, Ailton Artuso, Pelé Bicalho e José Ronaldo Mendonça. Votaram a favor: Geraldo Jesus de Araújo(Dinho Farias), Claudeir da Silva, Ângelo de Souza Castro(Lico)

E para que esse projeto pudesse voltar ao plenário da câmara, seria necessária a aprovação da maioria dos vereadores; seis, no mínimo. Mas tal aprovação esteve longe de acontecer, já que somente três vereadores assinaram em favor da volta do mesmo. Assinaram os vereadores: Dinho Farias, Claudeir da Silva e Lico. Após a negação, esse projeto só poderá entrar novamente em pauta daqui a um ano. 
Em resumo, o projeto reprovado no dia 13 tinha o objetivo de “alterar o quadro geral do plano de carreira, extinguir e criar cargos públicos, alterar níveis e outras providências”. Cortes em funções que segundo o próprio documento, são desnecessários à administração (aproximadamente 17 cargos); criação de novos cargos, em sua maioria na área da saúde; aumento de nível para alguns trabalhadores e consequentemente o aumento de salário; redução de carga horária pela metade (de 40 horas semanais para 20) para um cargo.

A vereadora Ivanise Cristina Vieira de Castro, que foi contra o projeto, argumentou que não o aprovou pois “o aumento deve ser para todos e não para uma minoria favorecida”. Em seguida, o vereador Pelé Bicalho, disse que para um melhor esclarecimento, ele e o vereador José Ronaldo Mendonça convidaram o prefeito, Frederico H. F. C. Ferreira, a comparecer à câmara e esclarecê-los sobre o projeto de lei, as mudanças, o objetivo e a urgência do mesmo. Ainda segundo Pelé, “houve descaso da administração”, pelo fato de o prefeito não ter comparecido à reunião.

quinta-feira, 7 de março de 2013

O desafio é ser ético.


A corrupção é a grande questão do município, o assunto é discutido em todos os lugares. Não é um assunto novo. Na realidade trata-se de um mal endêmico da sociedade brasileira, uma enfermidade pertinaz que há muito acomete o frágil organismo social no qual vivemos. Por esta razão governantes se elegeram com a bandeira da luta anticorrupção. Foi assim com Jânio Quadros, foi assim com Collor. Deu no que deu. Não é coincidência eu falar sobre isso enquanto observarmos os discursos que adotou o atual prefeito e seu pai; mais uma vez digo – deu no que deu. O pai já foi cassado e ao que tudo indica o filho enfrenta problemas semelhantes, e além de ter um governo frágil é obrigado a lidar com processos que põem em questão a sua honestidade e honra.

O que mais me aflige é ver as pessoas em trânsito com toda essa sujeira sem admitir o evidente. Caminham impassíveis diante da atrocidade da corrupção, desse modo isso se torna uma questão moral. Prosseguir por entre esses sintomas vivos da crise estrutural dionisiana e encarar o fato como natural, um elemento a mais da paisagem ou simplesmente ficarem indiferentes, faz de vocês partícipes do mesmo sintoma coletivo, ou seja, cúmplices!

O que dizer de uma sociedade em que o ‘patrão’ perverso passa a ser a regra do jogo chancelada socialmente? À nossa volta o sistema de saúde está falindo, as crianças não conseguem aprender bem na escola, esta que se tornou um imenso cabide de empregos, o gasto com as contratações de funcionários está deixando o nosso sistema público inchado e por quê? Porque as pessoas não se importam a quantas andam o orçamento público e o sistema como um todo contando que se tenha um emprego. Existe maior prova de egoísmo??? Tudo isso enquanto a cada dia nossos governantes se esbaldam cada vez mais em festas de luxo. A corrupção e a impunidade se proliferam como ideologia – e, pior, com uma multidão de adeptos!

Quando se chega a um estado de coisas como estas, quando os valores perdem consistência e credibilidade, quando o escancarado se torna transparente aos nossos olhos é hora de convocar a ética para o centro do debate.
Todas essas questões me deixam perplexo, amargurado – estamos nós diante de uma doença incurável? Uma forma de parasitismo que não pode ser erradicada?

sexta-feira, 1 de março de 2013

Nós não estamos mudos.


2008 não foi o ano zero de uma nova era da modernidade no município de Dionísio. Esse processo foi-se construindo ao longo de duros anos, nos quais tivemos uma sucessão de falhas administrativas cada vez mais escancaradas pelos partidos que compunha a base aliada do ex-prefeito cassado, José Henriques Ferreira.

Parte da história desse município já foi narrada aqui várias e várias vezes, mas eu não me canso de relembrar o fervor com que as passeatas tomaram as ruas, a auto confiança que saltava aos olhos dos cidadãos quando JHF deixou a prefeitura definitivamente em 2008. Temos que reconhecer que boa parte da atualidade cultural e pensante da nossa cidade começou a brotar ali. Foram inúmeros projetos financiados pela prefeitura na gestão do Weber Americano que visavam o total apoia à cultura e educação de modo a garantir o direito à memória e à verdade histórica e promover a reconciliação municipal. Uma cidade sem expressão cultural não tem identidade.

Se jogarmos luz sobre o nosso passado imerso nas sombras ainda não conseguiria compreender a vontade voraz de parte da população que bradou pela volta da política arcaica dos tempos do cassado, mas se optarmos olhar por uma ótica individualista podemos supor que foi o egoísmo de uma minoria, a manipulação por massa de manobra de outro grupo e a demência coletiva que elevaram o Frederico Henriques ao posto político mais alto do município. O que há de errado com a nossa população? O que dizer de uma cidade que sofre de amnésia crônica onde de 4 em 4 anos nos esquecemos dos últimos 4 anos?

Muito se falou em reforma e renovação em função da pouca idade do atual prefeito, mas na prática não pude ver essas ações se concretizarem. Muito pelo contrário, aliás. De todo modo eu acho que ele nos ensinou, sem querer, que uma geração não é feita pela idade, mas pela afinidade. Não importa quantos anos o indivíduo tenha, mas as lutas sociais, políticas e ideológicas em que ele se empenha. Frederico não passa de um pequeno burguês filhinho de papai e do poder.

Talvez a reconstrução dos fatos aliada a uma análise crítica pode nos dar a impressão que Weber conduziu uma “revolução” falida, pois ambicionou uma revolução total, mas não conseguiu mais do que uma revolução temporária. Lutando pela devolução dos sonhos numa sociedade que se encontrava estática perante tanta roubalheira, porém, ele não sabia talvez, que estava sendo salvo historicamente pela ética. O conteúdo moral é a melhor herança que a administração Novos Rumos poderia deixar para o município cada vez mais governado pela falta de memória e pela ausência de ética.

A fala psicodramática proferida pelo JHF ainda povoa o meu imaginário. Alguém explica pra ele que varrer a sujeira para debaixo do tapete, como se fez tantas vezes, não é mais possível. Não há tapete suficiente para acobertar tanto lixo. Nem adianta tentar transferir a culpa pela sua incompetência para a administração anterior, esta que cumpriu os prazos e promessas que foram firmados anteriormente. JHF tenta ministrar e enfiar goela abaixo da população uma droga ideológica, sem objetividade. Sempre apoiei a existência de uma oposição, mas ela tem que ser coesa, decente e ética, tudo o que os tucanos não são.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Dionísio, a terra da piada pronta.


Faça saber que o atual prefeito não preenche uma só linha do perfil traçado pelos seus eleitores mais alienados. Ele defende apenas o seus interesses e os do seu pequeno grupo contra os interesses do município. A situação econômica de Dionísio que os tucanos divulgam entra em contradição com aquelas nas quais o ex-prefeito Weber Americano dizia estar, e as quais as perspectivas nos apontavam. Marionete por excelência, autoritário por herança ele SEMPRE cede a palavra final ao seu pai, homem de honra duvidosa.

Nós queremos alguém que saiba administrar as crises; eles não o sabem fazer, sabem cultivá-las, porque é do lucro das crises que eles sobrevivem.

Credibilidade? Ahh credibilidade... isso é o que os eleitores oposicionistas exigem. Mas se alguém gritar: “PEGA LADRÃO!” Não vai sobrar um, meu irmão. (Já ganhou! Já ganhou!).
Vocês sabem que eles são incompetentes para governar, mas mesmo ganhando as eleições, a paralisia moral dessa turma continuará pela eternidade.

O senhor José Henriques, por motivos que nenhuma Minas Gerais legal autoriza, governa sem ter tido NENHUM VOTO DO POVO.  

Entendam a metáfora – Quando Weber veio ao município como candidato, havia um câncer que se espalhava rápido. A cassação do ex-prefeito JHF era o antídoto trazido pelo PMDB de Dionísio. Mas câncer não se pega! Weber jamais se aproximaria em sua conduta com aquela com a qual ele havia lutado tempos atrás. Assim como não se “pega” câncer, o brilho de um herói não é “contagiante”. Não me venha mais, José Henriques Ferreira, com esses discursos hipócritas, inflamados de interesses unilaterais! Não vista essa máscara de “herói de fachada”, nós já o conhecemos na sua verdadeira face. Fico com o verdadeiro herói, que nunca morre e que é lembrado na história pelos seus êxitos.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

“Ensinar o povo ver criticamente o mundo é sempre uma prática incômoda para os que fundam os seus poderes sobre a inocência dos explorados.” Paulo Freire.


A política é um fenômeno interessante. Quando a política falha acontece a guerra - diziam os filósofos gregos. Mas quando a Política É falha acontece a perpetuação de um estado coletivo de anestesia, provocado justamente pelo interesse político de quem se mantém no poder por conta da ignorância coletiva. Para entender de forma mais simples possível - hoje o mundo não é mais polarizado como há tempos atrás. As ideologias foram deixadas na gaveta e o termo "Governabilidade" fora criado para justificar alianças que jamais seriam aceitas em outras épocas.


Esse sistema representativo, que dizem ser a democracia, interessa aos poderosos, à elite, aos próprios parlamentares que se transformam em casta e fazem da condição de “políticos” uma profissão, mas que não representa nada de democracia, de direitos e igualdade para a grande maioria da população.

É se iludir, e iludir o povo, dizer que esse ou aquele prefeito ou vereador irá representar uma mudança política na Prefeitura. Mudança verdadeira, que representou outra concepção de democracia, justiça social e ética no fazer política, se deu no dia que Weber, em meados de 2008, assumiu a prefeitura. E é válido lembrar que dentre os dois candidatos que disputaram a Prefeitura nesse pleito, o Osvaldo foi o único que firmou o compromisso da continuidade desse perfil administrativo. A questão central, no meu entender, é que seja no Executivo, Legislativo ou nas ruas, os cidadãos (em sua maioria) vivem e fazem política a partir dos seus interesses e de seus grupos ou partidos, da manutenção de seus cargos e de seus feudos eleitorais, pouco se importando com os interesses e as lutas do povo altruísta.

Sonho com o dia em que o povo terá condições efetivas de determinar os rumos do país e dos municípios, de impor soberanamente sua vontade, de exercer diretamente o poder, sem intermediários, atravessadores e enganadores.

Enquanto isso sai Sarney e entra Calheiros, sai José Henriques e entra Frederico, a festa continua sendo deles, e nós nem mesmo somos chamados para figurantes dessa festa podre.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

De laranja em laranja...


A democracia é o melhor instrumento para combater a tirania. O problema é que as pessoas confundem democracia com tirania de maioria. O dever do governante é promover melhorias que visem o coletivo. Perseguição pessoal ou partidária explicita que quem o promove é imaturo em termos de regência do poder, ou seja, ele não serve para ocupar determinado cargo. E é obvio que nós podemos observar que esta é uma questão corriqueira na nossa Prefeitura nesta atual gestão. Não obstante o Senhor Prefeito deixa transparecer a fragilidade do seu governo a partir do momento em que abre mão de um governo independente e autêntico para abrigar o seu pai embaixo das asas do Executivo, que em seu lugar passa a promulgar (des)ordens. Cheguei à conclusão que o atual prefeito não é somente um mero fantoche, mas um grande “laranja” de um esquema político inescrupuloso. Ele não tem voz ativa, e tão pouco, um governo fidedigno – pelo menos a principio.



quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Onde foram parar o seus sonhos?


Todos os dias eu ouço uma música chamada “Ideologia”, do Cazuza. Acredito que todos conheçam essa obra-prima da MPB. O sentimento que ela desperta em mim no trecho que diz – “... e aquele garoto que ia mudar o mundo, agora assiste a tudo em cima do muro...” – me faz questionar qual é o preço de uma ideologia. O problema dos seres humanos, do mais miserável ao mais abastado, é que todos nós temos o nosso preço. Vejo grandes nomes da nossa sociedade que se curvam aos maus intencionados em detrimento de benefícios. Pessoas instruídas que estão dispostas a se abdicar do altruísmo, pois comungam de uma cegueira opcional. Já eu sou mais ambicioso, é como Darcy Ribeiro disse – seja razoável, peça o impossível.
Gostaria de saber onde foi parar o sonho de quem deu a cara à tapa em diversas situações, mas principalmente em política. O sonho daqueles que, com o coração tranquilo e ideias na mente, acompanharam os passos dos seus respectivos candidatos. 
Onde foi parar o sonho daquele sindicalista chamado Lula que falava à massa dos corações dos trabalhadores e preenchia seus discursos com esperança? Recentemente ele fez uma aliança com Paulo Maluf em São Paulo, este que em tempos de outrora era um inimigo do PT, hoje se constitui num aliado importante, porque o interesse do ex-presidente é o poder, não os ideais.
A cidade ideal não se faz com passe de mágica. O que foi feito na Era Weber em termos de investimento no setor público é pouco frente ao que desejamos, mas foram passos importantes, firmes e que produziram resultados que antes desconhecíamos. Quero uma Dionísio melhor, tanto quanto todos que expressam esse desejo, mas não posso deixar que atitudes e piadinhas, das quais eu discordo, jorrem pelas redes sociais ou pelas bocas dos munícipes opositores a todo custo tentando desmerecer um trabalho que outros (que outrora ocuparam o poder) não produziram, mas insistem em pejorar. 


sábado, 26 de janeiro de 2013

Impressionante como tem gente que ainda quer 'mudanças' e acreditou que seria diferente. 

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Perfeito ninguém é. Mas honesta toda pessoa tem a obrigação de ser.

Com todo o respeito, mas foi um alívio não ver a cara do 'homem' nesses anos passados. O grande problema do Zé é que ele se acha “o” bem. Weber, não. Ele é sério, competente, objetivo, e soube enfrentar a nossa dura e velha realidade que JHF evitou – alianças corruptas, baixo investimento público no setor social, contas a pagar... E Frederico não poderá ignorar este passado recente, pois entramos num período histórico que exigem políticas complexas, profundas que não se resolvem em palcos, shows, cervejas, cabides de emprego... Precisamos afastar de vez o fantasma da política do pão & circo para estarmos preparados para enfrentar o nosso drama real. Peço licença à nossa Presidenta Dilma Rousseff para parafrasear uma fala sua – “Somente construiremos um Brasil com a grandeza dos nossos sonhos quando colocarmos a nossa fé no Brasil acima dos nossos interesses políticos ou pessoais.” E aqui em Dionísio isso não pode ser diferente.

O pai do atual prefeito governou como um show para a sociedade do espetáculo. Do nada fazia um pastel de vento, para êxtase da plateia. Parte do povo se sentia no poder por identificação ao seu modo malandro de governar o município. O que era mais urgente ele empurrava com a barriga, mas as festas não faltavam. Enquanto isso ia acontecendo o sistema público conhecia a ruína  Nessas condições nós não podemos deixar de temer um retrocesso, pois o filho disse que se inspira no governo do pai. Mas cá pra nós, não existe nada de aproveitável nessa gestão, tanto que o mesmo saiu da Prefeitura com seus direitos políticos cassado, perdendo o seu brinquedo preferido, a cidade de Dionísio – foi uma ferida terrível e profunda no seu narcisismo delirante. E aquele que ousar defender a honra e a inocência do Zé Henriques já me aponta um sério desvio de caráter e falta de honestidade. 

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

"Eu quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa." Guimarães Rosa


Nos discursos de posse, aplaudidos por alienados, mostram que os rumos que tomarão a atual gestão serão seguidos fielmente os rumos que levaram o município à ruina nos tempos da administração de JHF.
Tem-se que ter um comprometimento geral por parte dos políticos. Não é admissível fazer da política uma arma de perseguição e angustias pessoais. As arbitrariedades da administração tucana obedecem a dois princípios complementares – ambos inconfessáveis, mas plenamente verificáveis até aqui por suas ações concretas: o primeiro é a exclusão popular, irregularidades no Orçamento Participativo e nenhum diálogo com a população. O segundo é o do favorecimento indevido e antirrepublicano de pessoas físicas frequentemente ligadas ao prefeito Frederico Henriques por laços familiares e de interesse financeiro.
Vejam, por exemplo, o remanejo dos funcionários na Prefeitura.  É nítida e confirmatória que essas alterações são protecionistas, de interesse de uma única classe e não do coletivo. É uma afronta ao bom senso e um desrespeito ao povo dionisiano e a esses funcionários que dedicam anos de suas vidas ao trabalho na Prefeitura. Funcionários tais de altíssima competência, mas do partido oposto.
A escória da cidade está implantando demagogia usando um tema sério, política, como pretexto para exercer irrestrito poder sobre a população. São carentes de uma ideologia sólida e as suas ações vão contra os anseios do povo.
Aliás, quem mesmo foi eleito prefeito? O pai ou o filho? Está muito clara a fome de JHF pelo poder. Está escancarado o seu interesse no dinheiro público. O nepotismo explícito na nossa Dionísio me faz presumir que este é o município da piada pronta. O velho que se esconde por detrás do novo. Uma renovação que, na minha humilde opinião, está mais para um retrocesso. É o descaramento alcançando níveis estratosféricos. Mas aos poucos os disfarces cedem lugar a irrefutável verdade. Acho que seria demais pedir para que esses rostos sejam guardados na memória, mas não os falsos, os verdadeiros, haja vista que a “agradável” e “afável” face da mentira reconfortante é mais aceitado pela população. E é nisso que se baseou a vitória do Frederico Henriques. Pois quando a verdade é voraz ela não é pra qualquer ouvido.


"O político não se restringe à politica partidária, nem aos governos, mas diz respeito ao modo como a humanidade define seu destino."


segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Um Lugar Chamado Ceganópolis*.


Em um lugar não tão distante existia um líder político, mas ao contrário do que se espera dessa classe, ele se mostrou ao longo dos anos uma pessoa extremamente individualista. O ego humano é um monstro perigoso, incontrolável.

Entre agrados e abraços um desvio ético aqui, outro desvio financeiro ali. E o ‘homem bom’, como seu eleitores gostavam de chama-lo, foi aos poucos construindo um patrimônio, uma carreira política sólida. Só que havia um problema. Apesar de sólida, a sua carreira foi construída sob uma base de areia. Sua conduta não era exemplar, mas a política que ele adotava era bem eficaz. As pessoas gostavam quando recebiam cervejas em vez de uma educação de qualidade. Sei não, mas tenho pra mim que os moradores de Ceganópolis não tinham muita opinião crítica.

Ele se vangloriava por ter conseguido manter o seu partido no poder por cerca de 16 anos, mas nunca o ouvi se vangloriar de grandes obras, acho que ele não conseguiu terminar alguma. Ele era bom porque proporcionava emprego á revelia, mas isso aumentava os gastos, não com o social, mas com o pessoal. Aqui na civilização nós chamamos essa prática de cabide de empregos.

Esse “homem bom” quando não podia se reeleger indicava em quem seu eleitorado deveria votar, e eles eram obedientes, votavam mesmo. Só que um belo dia a população resolveu dar um susto nele. Quando este candidato garantiu que a vitória seria por mais de 1000, ela não chegou a 50 votos de diferença. Pra ser mais exato foram só 31. Ahhh mas não se esqueçam de que a necessidade em se manter no poder era tamanha que comprar votos era a saída mais viável, pois ele não conseguia convencer com palavras e propostas o eleitorado, menosprezar e ofender pessoalmente o adversário político não estava funcionando mais.

Ceganópolis é um município pequeno. Os vereadores de lá são basicamente os mesmos há anos. Alguns deles não largam o cargo. Mas a política não é profissão, e sim um serviço.

Esse tal prefeito foi, pouco tempo depois, cassado pela Justiça. Ai ele sumiu, porque se na prefeitura ele não podia estar, então a cidade não merecia a sua nobre presença. Ou é o poder ou não é nada!

O filho dele fez 22 anos e coincidiu com o ano eleitoral. O ‘homem que faz do dinheiro do povo a sua bandeira’ resolveu vesti-lo de fantoche e lançou a sua candidatura. E ele ganhou. O município perdeu, mas ele ganhou. “Mas o menino não tem culpa da má fama do pai. Ele vai fazer diferente do pai.” - assim o eleitor dizia. Sim, compreendemos: quem assim nos fala quer apenas dizer, Fantoche não tem culpa de fazer o medíocre, que falava aos corações da massa jovem daquele ano de eleição. À juventude alienada, certamente, mas juventude de peso, em número, que ganha sempre da minoria de jovens estudiosos. Que mal há em falar para a sensibilidade embrutecida mais ampla?

Sabemos, claro, que a lembrança mais funda de uma época vem misturada a pó, a disfarces. Não sei se me explico bem. Quero dizer, a lembrança mais funda pode não ser a época objetiva. Mas o que será mesmo a realidade objetiva sem a apreensão dela por um homem? Quero dizer, o que há mesmo de objetivo na beleza de um rio sem olhos que o veja? É como grandes feitos que não são reconhecidos, seja por militância partidária ou orgulho. Dizem-nos “se os seus olhos se fecharem, o rio continuará lá, independente dos seus olhos. Isto é objetivo”. Como as a escola profissionalizante ou as farmácias populares que continuam lá queiram ou não, pois já é uma marca que por detrás carrega o nome de quem conseguiu idealizá-las e trazê-las para a realidade.

Como eu estava dizendo. O poder voltou àquela oligarquia de antes. E o ‘homem do povo’ era quem dava as ordens por lá e a política funcionava como uma arma de perseguição e angustias pessoais. O povo de Ceganópolis se acostumou a aceitar esmolas enquanto via a falência da Educação e do sistema público em geral.


Esse é o retrato fiel de uma cidade que sai às ruas para comemorar a vitória de um partido político, mas pouco se importa com o que dificulta seu dia a dia. 


*Ceganópois é uma cidade fictícia.Qualquer semelhança  com a realidade é mera coincidência. (?)

sábado, 19 de janeiro de 2013


Nos dias anteriores eu redirecionei os leitores desse blog para um link do site do Tribunal de Contas do Estado, onde consta a Prestação de Contas do ex-prefeito cassado José Henriques Ferreira em formato PDF. Acho justo, ate para elemento comparativo, trazer também o link onde pude ter acesso à Prestação de Contas do ex-prefeito Weber Americano no mesmo formato. Aqui se segue:

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

O Teatro dos Sanguessugas.


II – APLICAÇÃO DE RECURSOS NAS AÇÕES E SERVIÇOS DE
SAÚDE – foi aplicado o percentual de 9,73%, deixando de se aplicar o percentual mínimo exigido de 15% da Receita Base de Cálculo, conforme demonstrativo às fls. 24/25 e 97. - refere-se à Prestação de Contas da Prefeitura Municipal de Dionísio, relativa ao exercício de 2002, Prefeito Municipal à época, José Henriques Ferreira.


Na contrapartida...

Índice positivo do Governo Weber Americano
                
Em 2011 o sistema público de saúde de Dionísio mantém a meta de atender acima de 68% da demanda do município na área da saúde. Este, destaca o prefeito Weber Americano, é um dos índices mais altos da região, constatado pela própria Gerência Regional de Saúde, sediada em Coronel Fabriciano.
Além do atendimento convencional, nas unidades de saúde, o atendimento no Programa de Saúde da Família conta com o trabalho de dois médicos e os plantões diários no hospital. O trabalho de especialistas como ginecologista e cardiologista completam o atendimento, com três especialistas.
“Podemos concluir que as únicas reclamações existentes na área da saúde em Dionísio ainda são em decorrência de relacionamento pessoal. Para essa situação procuramos solução com a mudança dos atendentes. Além disso, encontramos no Vale do Aço resposta a toda demanda de saúde das pessoas. O encaminhamento para Belo Horizonte hoje só é necessário em casos bem especiais recomendados pelo Sets. Raramente há casos que não podem ser atendidos na própria região”, conclui o prefeito.

Investimentos acima da média
                
Garantir o atendimento em um dos setores mais delicados do serviço público exige esforço, vontade política de fazê-lo e empenho dos profissionais envolvidos. O prefeito Weber Americano relata que em 2010 a prefeitura investiu mais do que o previsto, na área da saúde. “A média foi 20,81%, embora a obrigatoriedade fosse investir 15%. Contabilizamos um superávit em torno de R$ 339.554”, concluiu.


*        Venho ouvindo dizer que Weber deixou o Hospital cheio de dívidas. Aos maus informados cabe o esclarecimento que saúde deste município no mandato do então prefeito JHF, pai do atual prefeito, estava completamente abandonada. Na época a Diretora do Hospital cobrava subsídio em seringas e curativos dos pacientes, feito ilegal e negligenciado (apesar de ter sido explícito o ato) pela administração pública. Atualmente esta mesma diretora ocupa o cargo de Secretária de Saúde. Naquela época a dívida do hospital já era alta e juntamente com o ínfimo (para não dizer inexistente) investimento em infraestrutura culminou num hospital que funcionava em condições precárias, tendo muito mais característica de Pronto Socorro do que de um hospital de fato. As dívidas, em diversos setores, foram herdadas pela administração Novos Rumos. Dívidas tais que hoje eles querem transferir a responsabilidade. Maquiando os fatos para pegar os desinformados – público alvo daqueles que mentem. O único interesse concreto que a atual administração tem para com a população é mantê-los sempre na ignorância e não elevar o seu nível de conhecimento político. O futuro dessa atual gestão nutre expectativa de erros, omissões e hesitações.  
Mas digo, para aqueles que criticarão essa matéria: NÃO HÁ UMA FÓRMULA MÁGICA que faça promover avanços tão rapidamente em qualquer setor dos quais em tempos de outrora se encontrava absolutamente desamparado e debilitado, pois aqueles que deles deveriam cuidar não tem o menor compromisso com uma boa gestão. Preferem distribuir agrados e abraços para garantir-lhes votos a ter que investir no bem comum. Para esses, o investimentos em bens pessoais é mais interessante. E a população? Ahh quem é mesmo que precisa de saúde, educação, cultura... se o chope já está garantido?  Porém não se esqueça de que quem paga a conta disso tudo é o contribuinte. As migalhas já foram lançadas ao chão, agora peguem! É só a isso que teremos acesso.