terça-feira, 18 de dezembro de 2012

"Eu vejo o futuro repetir o passado." Cazuza



A minha frustração é notória. Não me permito sentir-me de qualquer outra maneira. Em plena festa natalina, em plena festa da democracia no encerramento do julgamento do mensalão do PT, está diplomação é uma presepada. Só nos faltam o champanhe e a festa. Sim, porque essa é a meta de governo do Frederico. O que posso eu dizer é que é lamentável - apesar de todo esforço feito por Weber, seus cabos eleitorais, dos quais o próprio Osvaldo fez parte e a população criticamente ativa do município, diante das provas incontestáveis de roubo aos cofres públicos promovidos pelo pai do Frederico, lavagem de dinheiro e total descompromisso para com a população, não existe um juízo de nada. A população se negou a fazer aquilo que é sua missão essencial – contestar, questionar e, principalmente, reconhecer o qual vazio foram os discursos proferidos pelo novo prefeito eleito. Talvez a adequação de suas falas tenham se acomodado bem nos ouvidos do eleitorado porque é fácil de engolir sem qualquer senso crítico. Com tal discurso vazio e os antecedentes familiares todas as peças se encaixam para indicar uma conspiração contra o Estado Democrático.
Em democracias tão imaturas como a de Dionísio as conclusões que nós podemos tirar é que as provas das fraudes do Zé e sua turma, e os cidadãos que foram lesados por este mesmo governo constitui apenas um imenso vazio, uma pizza geral. Lamentável.
O mais curioso é ver o qual arrogantes são as falas do eleitorado tucano – já ouvi de tudo um pouco, sempre com a mesma finalidade que remetem exatamente aquilo que o governo do JHF foi e, o que tudo indica aquilo que será o governo do seu filho - um emaranhado de farsas para salvaguardar interesses estritamente pessoais e unilaterais. Quem nunca ouviu um deles dizer – “vocês terão que nos engolir”? Eles querem é se beneficiar com cargos públicos, com favores, com migalhas... não sabem nada sobre altruísmo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário