A minha
frustração é notória. Não me permito sentir-me de qualquer outra maneira. Em
plena festa natalina, em plena festa da democracia no encerramento do
julgamento do mensalão do PT, está diplomação é uma presepada. Só nos faltam o champanhe
e a festa. Sim, porque essa é a meta de governo do Frederico. O que posso eu
dizer é que é lamentável - apesar de todo esforço feito por Weber, seus cabos
eleitorais, dos quais o próprio Osvaldo fez parte e a população criticamente
ativa do município, diante das provas incontestáveis de roubo aos cofres
públicos promovidos pelo pai do Frederico, lavagem de dinheiro e total
descompromisso para com a população, não existe um juízo de nada. A população
se negou a fazer aquilo que é sua missão essencial – contestar, questionar e,
principalmente, reconhecer o qual vazio foram os discursos proferidos pelo novo
prefeito eleito. Talvez a adequação de suas falas tenham se acomodado bem nos
ouvidos do eleitorado porque é fácil de engolir sem qualquer senso crítico. Com
tal discurso vazio e os antecedentes familiares todas as peças se encaixam para
indicar uma conspiração contra o Estado Democrático.
Em democracias
tão imaturas como a de Dionísio as conclusões que nós podemos tirar é que as
provas das fraudes do Zé e sua turma, e os cidadãos que foram lesados por este
mesmo governo constitui apenas um imenso vazio, uma pizza geral. Lamentável.
O mais curioso é
ver o qual arrogantes são as falas do eleitorado tucano – já ouvi de tudo um
pouco, sempre com a mesma finalidade que remetem exatamente aquilo que o
governo do JHF foi e, o que tudo indica aquilo que será o governo do seu filho -
um emaranhado de farsas para salvaguardar interesses estritamente pessoais e
unilaterais. Quem nunca ouviu um deles dizer – “vocês terão que nos engolir”? Eles
querem é se beneficiar com cargos públicos, com favores, com migalhas... não sabem nada sobre altruísmo.
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