Só mesmo uma população
idiotizada pela falsa política pode acreditar na retórica da coligação “Frente
de Renovação Dionisiana”. Basta olharmos para o nosso passado e não será
difícil perceber a que atraso nós estamos, todos, sendo submetidos. O maior mal
que uma sociedade pode fazer a si mesma é ser ela conivente com a
corrupção. Essas
pessoas são levadas a acreditar nas violações mais flagrantes da realidade
porque nunca entendem por inteiro a enormidade do que se solicita delas, e não
estão suficientemente interessadas nos acontecimentos públicos para perceber o
que se passava no município em tempos de outrora e, em contrapartida, o que se
passa atualmente. Posso falar com muita certeza e convicção que grandes
críticos do Governo Weber o faz sem nem ao menos terem acompanhado a sua
gestão. Quantas são as pessoas que se preocupam em largar o conforto do lar
para dar um passeio pelos locais onde as obras estão sendo realizadas? Quantas
são as pessoas que sabem da situação que Weber encontrou a prefeitura no ano em
que a assumiu? Quem acessa o site da Prefeitura Municipal? Tagarelar sobre
“obras eleitoreiras” é uma falácia emitida pelos grandes da Coligação FRD e
ecoados pelos seus papagaios espalhados pela cidade afora. Seria
genial se o pessoal fosse pesquisar sobre a realidade da nossa cidade. Estes
são o reflexo do sentimento de ódio daqueles que enriquecerem e sobreviveram
como parasitas do órgão público sobre desvios éticos inaceitáveis da
administração tucana e por motivos evidentes não mais desfrutam dessa condição.
Sabemos que a batalha a nossa frente será longa,
mas sempre lembre que não importam quais os obstáculos estão em nosso caminho,
nada pode calar o poder de milhares de vozes pedindo por mudança - mudança de
comportamento, de pensamento, de posicionamento crítico. Nunca desista!
Lembrem-se: os homens e mulheres que mudaram a história da humanidade foram
pessoas que sempre acreditaram. Não permitiram que a opressão e o medo lhes
usurpassem a esperança. "Enquanto houver alguém que acredite em uma ideia,
a ideia viverá" (José Ortega y Gasset).
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