quinta-feira, 29 de novembro de 2012

“Um sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonha só. Um sonho que se sonha junto é realidade”.



O governo Weber foi todo movido por sonhos. Desde suas raízes e o desejo do prefeito em fazer algo pela sua cidade que se encontrava totalmente abandonada nas mãos de um grupo de políticos estrategistas liderados por José Henriques Ferreira até a realização prática de obras que revolucionaram os conceitos que os próprios dionisianos tinham de si mesmos, e falo isso até por mim que em tempos de descrença nunca imaginei que veria Dionísio ganhar tantas obras simultaneamente. Em meio a elas uma na semana passada me chamou a atenção – a inauguração da sede da Corporação Musical Dionisiana. Mais um sonho antigo que se concretizou. Através da música a sociedade descobre os valores eternos da alma, pois são eles que conduzem à harmonia, ao progresso e à paz. Não posso deixar, em hipótese alguma de destacar o papel fundamental desempenhado pela Secretária de Educação e Cultura – Dona Assunção. Hoje a Escola Dr. Gomes Lima tem uma nova consistência e contou ao longo de sua gestão com inúmeros cursos de capacitação e melhoria do desempenho para os professores; além de apoiar projetos culturais como o projeto de violão e a Corporação Musical Dionisiana.
         Nessa semana também aconteceu a aula inaugural do SENAI. Como podemos notar, no governo Weber houve uma preocupação lógica de investimento em educação e cultura. Uma sociedade que é privada desses fatores é uma sociedade bestializada e manipulável. O maior medo de certos governos é justamente um povo informado e crítico. Não me recordo de qualquer grande investimento nesses setores feito pela administração anterior. Acorda dionisiano! Eles querem formar imbecis para facilmente manipulá-los! José Henriques Ferreira e sua turma optam pela estratégia do “quanto pior, melhor” e isso nos conduz a um caminho tortuoso e sem volta, alimentado por afinidades clientelistas junto aos governantes enquanto essa deveria ser uma relação de comunidade prezando por valores coletivos, não individuais.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

"Um povo ignorante é instrumento cego de sua própria destruição." Simón Bolívar

Só mesmo uma população idiotizada pela falsa política pode acreditar na retórica da coligação “Frente de Renovação Dionisiana”. Basta olharmos para o nosso passado e não será difícil perceber a que atraso nós estamos, todos, sendo submetidos. O maior mal que uma sociedade pode fazer a si mesma é ser ela conivente com a corrupção.  Essas pessoas são levadas a acreditar nas violações mais flagrantes da realidade porque nunca entendem por inteiro a enormidade do que se solicita delas, e não estão suficientemente interessadas nos acontecimentos públicos para perceber o que se passava no município em tempos de outrora e, em contrapartida, o que se passa atualmente. Posso falar com muita certeza e convicção que grandes críticos do Governo Weber o faz sem nem ao menos terem acompanhado a sua gestão. Quantas são as pessoas que se preocupam em largar o conforto do lar para dar um passeio pelos locais onde as obras estão sendo realizadas? Quantas são as pessoas que sabem da situação que Weber encontrou a prefeitura no ano em que a assumiu? Quem acessa o site da Prefeitura Municipal? Tagarelar sobre “obras eleitoreiras” é uma falácia emitida pelos grandes da Coligação FRD e ecoados pelos seus papagaios espalhados pela cidade afora. Seria genial se o pessoal fosse pesquisar sobre a realidade da nossa cidade. Estes são o reflexo do sentimento de ódio daqueles que enriquecerem e sobreviveram como parasitas do órgão público sobre desvios éticos inaceitáveis da administração tucana e por motivos evidentes não mais desfrutam dessa condição.

Sabemos que a batalha a nossa frente será longa, mas sempre lembre que não importam quais os obstáculos estão em nosso caminho, nada pode calar o poder de milhares de vozes pedindo por mudança - mudança de comportamento, de pensamento, de posicionamento crítico. Nunca desista! Lembrem-se: os homens e mulheres que mudaram a história da humanidade foram pessoas que sempre acreditaram. Não permitiram que a opressão e o medo lhes usurpassem a esperança. "Enquanto houver alguém que acredite em uma ideia, a ideia viverá" (José Ortega y Gasset).

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Ter consciência é um tormento.


Ao passo que o blog foi ganhando notoriedade entre os leitores logo surgiram também críticas de que eu não proponho nada, só aponto os erros. E fiquei preocupado, mas por pouco tempo. Pois é direito do cidadão reclamar, apontar, denunciar e protestar e não dá para cair nessa lógica burra de que se não sei fazer melhor, não posso criticar. Ora, somos cidadãos comuns, não sabemos gerenciar um posto de saúde ou uma escola, mas estamos vendo que não está bom, que tem fila, que os alunos não estão aprendendo. Afinal, elegemos alguém para cuidar disso e precisamos cobrar, ele tem o dever de descobrir as soluções. Ou será que não? Que devemos aguentar passivos já que não temos propostas?

Viver de acordo com essa ótica limita a visão do cidadão sobre a amplitude do seu direito de cidadania. Optar por, além de vendar os olhos, também vedar a boca implica em algo muito mais grandioso que influenciará direta ou indiretamente na vida dos habitantes da cidade, uma vez que todos estão passivos de carecer dos serviços prestados pelo órgão público. Não há Estado Democrático de Direito sem a existência de um Poder Legislativo/ Executivo forte e atuante. Não há democracia sem esses poderes. E é em função disso que se viabilizam todas as críticas postadas neste blog.

Outros tantos cidadãos questionam por eu não mostrar os pontos fracos do governo Weber. Eu volto a frisar a importância desse homem que recuperou o município e a esperança no coração de Dionísio. As falhas são inevitáveis, mas não acredito que em um único mandato se possa por fim a todos os malefícios e lacunas deixadas pela administração anterior que se perpetuou por 20 anos no poder. Na Era Weber vi sendo feito um trabalho sério na Prefeitura. Inúmeras obras foram concluídas e outras tantas estão em pleno andamento, de tal forma que eu nunca havia presenciado antes. Esses são os devidos méritos que todo e qualquer cidadão deve dar à administração Novos Rumos. Neste contexto posso falar sobre o que eu vejo. Vejo que a educação avançou um pouco, a passos lentos, mas não há outra maneira. Neste setor os benefícios somente são notados em longo prazo. Na saúde posso ver a construção de novos postos de atendimento pra descentralizar o setor e, consequentemente, haverá a ampliação de novos empregos. Tais postos foram feitos em lugares estratégicos, mas não com o intuito de beneficiar um ou outro, mas beneficiar comunidades inteiras, como a Comunidade dos Bastos, onde os moradores poderão ser atendidos no posto construído em anexo ao Ginásio Poliesportivo Valdivino Ferreira, por exemplo.

Por essas e outras que eu defendi e defenderei a continuidade dessa política. Sei que, a princípio, não podemos mais contar como prefeito com aquele que se propôs e firmou o compromisso da continuidade desse mesmo perfil de administração – Osvaldo Araújo. Os cidadãos caíram na cilada de acreditar que Frederico era algo novo ou revolucionário, mas se esqueceram de olhar que nos outdoors aparecia uma sombra chamada José Henriques Ferreira, como que dizendo: “eu estou de volta”. Apostaram na propaganda de “juventude”, mas a política? Ahh essa é das antigas, tanto quanto o seu pai. Ou melhor – tal qual a do seu pai. Regrediremos ao estado de êxtase proporcionado por festas? Migalhas jogadas aos pés dos cidadãos enquanto os “peixes graúdos” se saboreiam com o maior dos banquetes? E quando a desordem tomar conta da cidade e a saúde, educação, segurança pública e todas as outras funções-fim que devem ser cumpridas pela prefeitura estiverem à deriva da sorte, então o erro da escolha será notado, pena que vai ser tarde demais, pena que quem mais sofre com isso são os cidadãos conscientes e sorte dos dionisianos ausentes que o apoiaram e que não querem nada além de festas, afinal, depois de um fim de semana, eles estarão dispondo de outros serviços prestados em outras cidades e tão pouco importa as quantas andam as coisas por aqui, até que venha a próxima festa. Pena que aqueles que se contentam com tão pouco são a maioria.

"Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências.”
Pablo Neruda
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domingo, 4 de novembro de 2012

Podres Poderes.



Poucas obras, sem planejamento, sem verbas, mas com uma garantia: a perpetuação de uma política porca, cheia de ações arbitrárias de um ex-prefeito cassado que busca impor seu próprio sonho particular à população que não carece de outros sonhos senão uma política pública eficiente de fato. Alimentar os devaneios particulares de uma minoria não está na apreciação do orçamento público, nem nos interesses da população em geral. 

De todo modo, as ideologias (se é que podemos chamar assim) do partido tucano a nível municipal, são defendidas com maior convicção entre as pessoas incapazes de entender o que significa ‘Política Pública’ e aqueles que não admitem ser esta uma função do governante. Em tempos de campanha circulou pelos murais diversos do Facebook o seguinte dizer: ”Não trocamos nosso voto por asfalto”. Não sei quem fez essa célebre frase, mas sei que essa pessoa não comunga dos interesses coletivos. É certo que quem o fez e compartilhou são pessoas egocêntricas e egoístas que foram beneficiadas individualmente pela política adotada pelo ex-prefeito cassado e perderam tais benefícios com a ascensão de Weber Americano ao poder. Se não trocarmos nossos votos por avanços e melhorias na infraestrutura então significa que podemos instaurar em Dionísio uma anarquia, haja vista que não necessitamos mais de um poder legislativo ou executivo que, de acordo com a frase, perderam sua função ante ao município. Voltaremos ao nosso estado de natureza sem nenhum líder, numa perversa guerra de todos contra todos.  

A luta pela “democratização da democracia”, e o combate aos processos que sustentam nossa pseudo-democracia enquanto tal, também envolve uma luta pelo conhecimento de Política que reflitam as reais aspirações democráticas da população, informando, e não distorcendo valores em função de interesses particulares escusos fomentados e alimentados nos seios da prefeitura em tempos de outrora. Eles estão voltando - e você? Vai ficar só olhando?