segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Estávamos no caminho certo

Com muito pesar nos despedimos aqui. Weber Americano já entrou para a história do município como o homem que nos apresentou uma nova concepção no modo de fazer e ver a política. Ensinou-nos a amar essa cidade e nos mostrou que os ideais estão vivos, que basta acreditar e os nossos sonhos se converterão em realidade. Aprendemos muito com o senhor nesses anos. Sinto-me honrado em ser conterrâneo de tão brilhante e genial cidadão.

Foi esse “delegado calça-curta”, assim tachado por seus oposicionistas que insistiram em ofuscar a sua competência, que tirou a prefeitura da lama absoluta. Impôs uma política altiva para o município e, principalmente, criou um novo parâmetro no processo de desenvolvimento de Dionísio: é possível crescer se você acreditar. O governo do Weber Americano priorizou a educação, a saúde, a cultura, a habitação para todos e a retomada dos investimentos públicos em infraestrutura. Aos poucos os empecilhos deixados pela administração anterior foram superados.

Reconhecer os avanços dos últimos cinco anos significa também reconhecer que eles foram construídos sobre uma base sólida e que a cidade agora está estruturada para um futuro próspero.

O senhor acreditou em nós e nos fez acreditar em nós mesmos. Em cada um dos eventos realizados pela Prefeitura Municipal, a memória dos nossos antepassados tomaram forma, e a importância em se conhecer o passado para se fundamentar um presente autêntico tal qual um futuro glorioso foi uma marca da sua gestão.

Os valores culturais constituem a chave para o desenvolvimento da sociedade.  Aprendi com os meus estudos que, se alguém quer assassinar um povo, então basta lhes roubarem a cultura. Hoje é acessível a qualquer munícipe aprender a tocar diversos instrumentos musicais. Para os nossos jovens isso representa o afastamento dos mesmos das atividades que sejam prejudiciais à sociedade e à própria saúde do indivíduo. O SENAI configura outra grande conquista dessa administração. A boa formação profissional com um diploma proveniente de tal instituição de ensino tão renomada é a garantia de um emprego bem-sucedido e auxilio na renda familiar sem a necessidade da prestação de serviços braçais de baixa remuneração. São pouquíssimos os municípios que, hoje em dia, podem se orgulhar de oferecer um futuro melhor para os seus jovens.

Seria inútil descrever o quão grato nós somos pelo fato do senhor, mesmo com a vida financeira e social estável, ter sido tão solidário com o povo dionisiano e nos salvado, por hora, de uma política perniciosa que arrastava a cidade para o vandalismo, a promoção de orgias, dívidas públicas e a desvalorização da honestidade.

O senhor deixa um legado importante para o município – de um homem que dedicou a vida à honestidade e ao altruísmo, de um cidadão cujo exemplo deverá ser seguido pelos seus conterrâneos. Cravamos em nossos peitos o orgulho de um homem que lutou pelo seu povo e fez dos nossos sonhos o seu próprio sonho.

Talvez por isso fosse conveniente aproveitar esse tempo livre para dar uma voltinha pela cidade, conversar com as pessoas, olhar as coisas todas diretamente, sem a interferência da janela escurecida e permanentemente fechada do partidarismo de militância.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

                              Tempo Perdido

Onde estão aqueles discursos que mudam a forma como nós vemos o mundo? Ninguém se interessa mais por aqueles assuntos mais densos que exigem de nós uma maior capacidade de argumentação e até levam mais tempo pra entender?
Me parece que o que se sobressai, em todos os canais de mídia, inclusive na internet, é o mais superficial, mais fácil de digerir, o que já vem mastigado, o fácil de engolir. E esse silêncio ensurdecedor de quem tem potencial, tem conteúdo, têm palavras, textos, diálogos, livros, roteiros... são impostos por uma maioria alienada por opção, festeiros por excelência e que não almejam mais nada além de folias. E se você pensou que eu estou falando sobre os dionisianos ausentes que vieram nesse pleito eleger o Frederico Henriques, cuja proposta de governo era ver o “povo feliz”, segundo as suas próprias palavras, então tenho que dizer que estão errados. Não me refiro tão somente aos ausentes, mas também aqueles que residem por aqui, mas também constituem a parte vendida da sociedade. 
Não podemos ficar parados apenas rindo e nos embriagando de fatos camuflados. Sorrir é fundamental para uma boa saúde, mas é fundamental também equilibrar as questões. É fundamental desenvolver o senso crítico, fazer escolhas, fazer história, fazer mais do que o papel de fantoche.
Todos nós temos problemas no nosso dia a dia. Todos nós merecemos momentos de entretenimento. Mas não podemos fugir do que nos transforma, do que transforma o mundo.  Não quero ver ninguém triste, mas também não quero ver todo mundo bobo.

“DEEM AS CARAS NOVA GERAÇÃO DE GENTE QUE PENSA E FAZ PENSAR!”

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

"Eu vejo o futuro repetir o passado." Cazuza



A minha frustração é notória. Não me permito sentir-me de qualquer outra maneira. Em plena festa natalina, em plena festa da democracia no encerramento do julgamento do mensalão do PT, está diplomação é uma presepada. Só nos faltam o champanhe e a festa. Sim, porque essa é a meta de governo do Frederico. O que posso eu dizer é que é lamentável - apesar de todo esforço feito por Weber, seus cabos eleitorais, dos quais o próprio Osvaldo fez parte e a população criticamente ativa do município, diante das provas incontestáveis de roubo aos cofres públicos promovidos pelo pai do Frederico, lavagem de dinheiro e total descompromisso para com a população, não existe um juízo de nada. A população se negou a fazer aquilo que é sua missão essencial – contestar, questionar e, principalmente, reconhecer o qual vazio foram os discursos proferidos pelo novo prefeito eleito. Talvez a adequação de suas falas tenham se acomodado bem nos ouvidos do eleitorado porque é fácil de engolir sem qualquer senso crítico. Com tal discurso vazio e os antecedentes familiares todas as peças se encaixam para indicar uma conspiração contra o Estado Democrático.
Em democracias tão imaturas como a de Dionísio as conclusões que nós podemos tirar é que as provas das fraudes do Zé e sua turma, e os cidadãos que foram lesados por este mesmo governo constitui apenas um imenso vazio, uma pizza geral. Lamentável.
O mais curioso é ver o qual arrogantes são as falas do eleitorado tucano – já ouvi de tudo um pouco, sempre com a mesma finalidade que remetem exatamente aquilo que o governo do JHF foi e, o que tudo indica aquilo que será o governo do seu filho - um emaranhado de farsas para salvaguardar interesses estritamente pessoais e unilaterais. Quem nunca ouviu um deles dizer – “vocês terão que nos engolir”? Eles querem é se beneficiar com cargos públicos, com favores, com migalhas... não sabem nada sobre altruísmo.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Justiça Eleitoral rejeita contas de prefeito eleito em Dionísio

Após notificação, Frederico Henriques Coura tem três dias para apresentar recurso.
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Justiça Eleitoral constatou irregularidades nas contas de Frederico Henriques

DIONÍSIO – O prefeito eleito de Dionísio, Frederico Henriques Figueiredo Coura Ferreira (PSDB), teve sua prestação de contas rejeitada pela Justiça Eleitoral. A sentença, publicada na segunda-feira (10), foi proferida pela juíza eleitoral, Vânia da Conceição Pinto, da Comarca de São Domingos do Prata. A rejeição não impede a diplomação, marcada para o dia 18, às 9h30, no Fórum da Comarca.
Um dos pontos em desacordo, conforme a sentença seria o fato de o prefeito eleito não ter juntado ao termo de cessão de bem pertencente a um depósito de materiais de construção, e de um termo de doação firmado pelos demais doadores de valor estimado em dinheiro. Outro ponto em desacordo com a legislação é a não comprovação da origem de recursos próprios empregados na campanha eleitoral do candidato (no valor de R$ 5.229,91) e na doação para o comitê financeiro do PSDB de Dionísio no valor de R$ 13.755,26. Em relação aos valores, Frederico alegou em sua defesa, transcrita na sentença, que a quantia foi obtida por empréstimo pessoal, durante o período de campanha.
Procurado pelo DIÁRIO DO AÇO, Frederico Henriques não foi localizado ontem para comentar a decisão, publicada na página do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) às 21h53 do dia 10. Após ser notificado, o prefeito eleito tem três dias corridos para recorrer da decisão. De acordo com a sentença, ainda na fase de exame técnico, o parecer conclusivo foi pela desaprovação das contas, decisão reiterada pelo Ministério Público Eleitoral. Embora alguns aspectos como limite de gastos, abertura de conta corrente, recursos de fontes vedadas, doações e outros tenham sido considerados regulares, a juíza eleitoral não considerou suficientemente comprovadas às questões mencionadas.
A sentença destaca que a questão refere-se à origem do numerário depositado e não ao patrimônio do requerente. Na declaração patrimonial de Frederico consta 50% de um imóvel em Dionísio, no valor de R$ 140 mil, além de 50% de um imóvel rural, também no município, no valor de R$ 100 mil. O candidato não declarou nenhum outro bem que possua liquidez necessária aos depósitos mencionados. “Ou seja, não restou evidenciada a real origem dos valores depositados em espécie, apesar de ter-lhe sido oportunizado produzir prova”, pontua o documento.
Ainda conforme a sentença, “confrontando as provas produzidas, não se deve atribuir credibilidade à alegação do candidato, pois possuem menor grau de probabilidade, seja pela ausência de qualquer documento, seja pelo fato de ter efetuado o depósito em espécie sem demonstrar a sua origem. Essa atitude demonstra-se pouco plausível com as inovações tecnológicas no setor bancário”.
Conclusão
Em razão da insuficiência de esclarecimentos por parte do requerente, segundo a juíza eleitoral, faz recair a dúvida sobre a origem dos recursos, “havendo possibilidade de que nestes valores estejam incluídas doações vedadas, elencadas no artigo 24 da Lei Eleitoral, que veda a partido e candidato, receber direta ou indiretamente doação em dinheiro ou estimável em dinheiro, inclusive por meio de publicidade de qualquer espécie, procedente de entidade ou governo estrangeiro; órgão da administração pública direta e indireta ou fundação mantida com recursos provenientes do Poder Público; concessionário ou permissionário de serviço público”, conclui a magistrada.  

fONTE: http://www.diariodoaco.com.br/noticias.aspx?cd=68570

Alguma lição, Dionísio?



Quem participa ativamente da vida política sabe a devoção que é. Cantamos, pulamos, gritamos e até choramos. Em Dionísio não é só a democracia que dá show, nós também. E eu não estou falando em partidos. Estou falando sobre ideologias, sobre fidelidade aos princípios morais e éticos que regem a sociedade (claro, para aqueles que os contemplam e praticam).

Weber, em sua gestão, provou que as rinchas políticas podem ser superadas. Sua grandeza não reside somente na sua genialidade, comprovada com tamanha aceitação da população (comprovada pela pesquisa realizada para a aprovação ou não de sua gestão frente à prefeitura. Não tem nenhuma ligação com o resultado das eleições), mas na sua concepção da vida e na profundidade das suas ideologias e sonhos. Aprendemos muito com ele nesses tempos.

Tem pessoas que ainda acredita, inocentemente, que ainda vivemos na mesma justiça de anos atrás. As coisas mudaram. A justiça optou pela ótica interpretativa que privilegie a proteção dos interesses maiores de toda a coletividade, que afirme a probidade e a moralidade administrativas como valores superiores da nossa cidade.

Aliás, faria um bem enorme se o prefeito cassado parasse de tentar de se intrometer na prefeitura no pior modo custe o que custar. Sim, porque quando ele enfiou seu filho nessa sujeira toda, ele já sabia as possíveis consequências que isso implicaria. Tá aí os fatos que, novamente, não me deixam mentir.

A fé cega desse meu povo (ou seria mero orgulho?) lhes impedem de reconhecer que aquele erro tanto citado na campanha eleitoral era evidente.

Na verdade eu acho que não se trata apenas da impotência que a criminalização da vida política - citada ontem – tem em sensibilizar a sociedade humana para um olhar além do seu próprio umbigo. Mas também dos formadores de opiniões, enquanto possibilidade (de participar) da construção de uma cidadania contemporânea, no sentido da convivência crítica com fatos. Vamos tentar expandir essa fronteira intelectual. Volto a frisar que eu não estou defendendo um candidato ou outro, apenas prezando pela prestação de serviços de qualidade que somente quem estiver à frente da prefeitura poderá gerenciar. Eu quero a garantia que as verbas e os impostos pagos por nós, cidadãos, sejam usados da maneira correta, sejam eles convertidos em melhorias na infraestrutura, saúde, cultura, segurança pública, lazer, educação... Mas é fato que nunca acreditei que o governo de Frederico nos proporcionaria isso

Ao que tudo indicava nós estávamos vivenciando uma experiência de retorno de conteúdos arcaicos, num jogo político de vale-tudo para barganhar o poder que nós já havíamos presenciado com JHF.

Por tudo o que estamos passando agora, mais uma vez, é um fato que não podemos nos orgulhar enquanto pensarmos que foi ele, Frederico, que o município elegeu, mas nos orgulhamos muito da justiça feita uni presente em Dionísio, superando todas as atrocidades e vandalismos que os tucanos fizeram depois de divulgado os resultados das eleições. E peço pra que esses atos não sejam praticados novamente, por ambos os braços políticos.

Mas em pouco tempo a história cairá no esquecimento, como acontece com praticamente todas as histórias. Mesmo o esquecimento, no entanto, não apagará para homens mais lúcidos do futuro que, um dia, refletirão com crítica esses acontecimentos que marcam a sociedade dionisiana. A ideia viverá enquanto houver alguém que acredite nela; e eu acredito!

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

No fórum, na rua - a luta continua!



Considero muito grave o momento que vivemos de criminalização da atividade política. Isso vai levar as pessoas de bem a saírem da política. Só vão ficar os bandidos, que justificam essa condição com a forma como ganham o dinheiro sujo. Para as pessoas de bem, é muito duro ter que estar sempre se defendendo, reafirmando sua honestidade e sua honra.
Mas o processo tem uma lógica: como os exemplos são muito ruins, a sociedade passou a criminalizar a atividade política. A revolta que há hoje na sociedade é justificável, mas não pode criminalizar uma atividade tão importante para a própria sociedade. Deixo, portanto, esse alerta ao município.  Acredito, por mais romântica que seja essa visão, que as coisas vão mudar no dia em que cada um fizer a sua parte. Que cada um pensar de uma forma mais altruísta.
A terceirização da política também fundamenta esse aspecto, uma vez que laços clientelistas são estabelecidos a partir de prestação de serviços em troca, muitas vezes, de doações de campanha e etc.

Ontem, no fórum de São Domingos do Prata, aconteceu o julgamento da prestação de contas do candidato eleito Frederico Henriques. Ele não conseguiu provar a origem do dinheiro usado na sua campanha – leiam: http://www.tse.jus.br/sadJudSadpPush/RecuperaArquivo.do?sqImagemDoc=752978
A cidade está eufórica. É a ameaça aos privilégios de um jogo imoral que não mede consequências. Frederico representa muita “renovação” pra pouco futuro! Os primeiros indícios de um mandato semelhante ao do pai já foram dados. E eu, querido leitor, te indago – onde isso pode ser uma vantagem? Nos rombos milionários dos cofres públicos? Nos êxtase que as festas proporcionam?
Sábia foram as palavras de alguém que disse: É mais fácil enganar as pessoas do que convencê-las de que elas vêm sendo enganadas.  

Pois é Zé... Por essa você não esperava. Na pior das hipóteses a reeleição não está garantida. A justiça não é a mesma de décadas atrás.

DIONÍSIO, ATÉ QUE VOCÊ ACORDE, NÓS LUTAREMOS POR VOCÊ.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Na rua, protestando, é que a gente transforma o País. (OSCAR NIEMEYER)



Até quando José Henriques vai usar seu filho Frederico, como porta-voz de suas angústias de prefeito cassado? O Zé é um emblema da corrupção dionisiana desde que foi defenestrado do poder, há cinco anos, afogado no pântano de denúncias que resultaram em sua cassação. Com empenho infatigável, vejam só quem volta a aparecer em defesa da democracia e da honestidade - o conjunto de forças políticas que ajudaram o Frederico a se eleger prefeito, as mesmas que estiveram ao lado do seu pai quando este promoveu uma insaciável sangria dos cofres públicos.
Ao lançar mão de meios tão chulos para conquistar votos, os tucanos cometem um ato de covardia contra seus eleitores e contra a própria história da política ideal, ficando cada vez mais distante de valores e princípios que hoje se esvaem a olhos vistos – menos pelo que se mostra nos discursos inflamados de razão, mas não moral, mais pelo simbolismo estarrecedor, ora pelo silêncio dos cúmplices, ora pelo histrionismo barato com o qual Frederico pretende se incluir na galeria moral da Prefeitura, o que jamais ocorrerá.
Ao delegar ao Frederico a missão de impor respeito, civilidade e falso moralismo no trato dos assuntos políticos, José Henriques desafia o bom senso da população. A atual circunstância, no fim das contas, revela o caráter predatório da política do PSDB, e é lamentável que agrupamentos políticos se lambuzem nessa lama oportunista no pior estilo ‘Pão & Circo. Nesse ritmo, morrerão todos juntos e abraçados, Frederico e aqueles que dele fazem um paladino de ocasião. Para aqueles que realmente querem justiça, esse é o pior dos mundos.
José Henriques Ferreira tem, claro, as suas razões para espernear: perdeu a renda extra que os desvios de verba lhe proporcionava, jamais voltará a disputar qualquer eleição, pois  hoje ele é um típico “Ficha Suja”. Weber foi um feroz revelador dos vícios de campanha do JHF ao lado da tropa de achacadores, lavadores de dinheiro e pilantras em geral comandados pelo mesmo cassado que lançou seu filho a prefeitura, eleito por imbecis que se convenceram da argumentação barata e sem grandes propósitos que se valeram a FRD nos tempos de campanha.
Frederico Henriques já se torna um sintoma do apodrecimento da política municipal antes mesmo de tomar posse na Prefeitura sob aplausos dos parasitas que passaram os últimos cinco anos maquinando a volta ao poder e o acesso ao dinheiro fácil e cargos ditos de confiança. Trata-se de um herdeiro legítimo do pior tipo da cultura política nacional, fruto de décadas de dominação baseada na intimidação moral de uma parcela da população transformada em curral eleitoral, que o diga Baixa Verde.
Por isso, é impossível dissociá-lo dessa mesma estrutura arcaica e reacionária de política contra a qual, agora, ele finge se voltar. Em vista de tudo isso, nós continuamos aqui como vaquinhas de presépio, tudo vendo e nada fazendo? Até quando, meu povo, vamos colocar o poder nas mãos de quem não tem o menor compromisso com a honestidade e tão pouco com a população? Até quando?