sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

A verdade em que você acredita determina seu caráter.

Dionísio - Formação Administrativa:

Distrito criado com a denominação de Dionísio, pela Lei provincial nº 2876, de 20-09-
1882, e Lei estadual nº 2, de 14-09-1891, subordinado ao município de Itabira.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de Dionísio aparece
figurando no município de São Domingos do Prata. Nos quadros de apuração do recenseamento geral de 1-IX-1920, o distrito se denomina São Sebastião do Dionísio e permanece no município de São Domingos do Prata.
Pela Lei estadual nº 843, de 07-09-1923, o distrito de São Sebastião do Dionísio voltou a denominar-se simplesmente Dionísio. Em divisão administrava referente ao ano de 1933, o distrito de Dionísio permanece no município de São Domingos do Prata. Assim permanecendo em divisões territoriais datada de 31-XII-1936 e 31-XIIX-1937. Elevado á categoria de município com a denominação de Dionísio, pela lei estadual 336, de 27-12-1948, desmembrado de São Domingos do Prata. Sede no antigo distrito de Dionísio.
Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1949. Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960. Pela Lei estadual nº 2764, de 30-12-1962, é criado o distrito de Conceição de Minas e anexado ao município de Dionísio. Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 2 distritos:
Dionísio e Conceição de minas.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2001. Pela Lei municipal nº 301, de 04-04-2002, é criado o distrito de Baixa Verde e anexado ao município de Dionísio.
Em divisão territorial datada de 2005, o município é constituído de 3 distritos: Dionísio, Baixa Verde e Conceição de Minas.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
        

Alguma festa? Celebração? Ou foi promovido o resgaste da memória como nos tempos de outrora? NÃO!
Afetados pelas ideias de uma educação meramente utilitária e tecnicista, currículos são, em geral, adaptados para assegurar apenas o que se considera como “o mais necessário” aos jovens cuja formação em nível médio depende das escolas públicas. A receita genérica é oferecer mais aulas de disciplinas ditas instrumentais, como Português e Matemática, e menos aulas de conteúdos voltados a uma formação crítica e humanista. Ou seja: uma educação pobre para os pobres.
O resgate da história e a busca pela identidade dos cidadãos dionisianos são deixadas na gaveta para que possamos aprender a nos exilar da crítica e do “Horizonte de Consciência” - limite entre o que o cara enxerga e o que o cara não enxerga.
Nos tempos de campanha, a atual administração falava sobre qualquer pensamento sem saber nada a respeito e essa ignorância lhes é favorável porque se passa essa visão ao povo e o povo realmente acredita que nada existe fora daquilo. Eles colocam uma venda nos olhos pra impedir que as pessoas enxerguem e eles mesmos são vítimas disso, pois se reúnem com a finalidade de se imbecilizarem uns com os outros. E tem nisso um sucesso espetacular porque eles assim o são - intelectualmente desinteressante.
Para quem entra e sai da vida sem deixar uma linha para a posteridade, não deve haver também interesse para promover o resgate da memória daqueles que foram CAPAZES de promover algo realmente bom e grandioso. Dá gosto saber que a idiotice é um patrimônio da humanidade, mas dói saber que fazemos parte disso.
Essa mesma indiferença mórbida ao que é relevante de fato transformou o pobre "prefeitinho" na origem dos males do município quando na verdade ele é um sintoma desses males: a origem está ao seu redor e na origem do que foi a sua candidatura. 

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

E lá vamos nós...

Desde quando o PSDB reassumiu a Prefeitura de Dionísio poucas foram atitudes de iniciativa própria. A atual administração optou por dar continuidade a muitos projetos estabelecidos pelo prefeito anterior.  Desse modo é possível entender que, implicitamente, existe um reconhecimento dos mesmos em torno do legado deixado por Weber Americano. Ainda não existe um projeto criativo próprio, apenas a inércia de seguir com aquilo que já veio pronto.

No entanto, acho de suma importância recordar dos inúmeros discursos onde o único objetivo era a difamação desse mesmo ex-prefeito. Irônico, não? Não! Diria... Típico. Tentar desconstruir uma imagem positiva de alguém com falsas acusações e falso moralismo tendo como único intuito a desinformação da população para mascararem ou apaziguarem os próprios erros passados. Reivindicam uma representação na opinião pública nos enfiando palavras repetidas, desesperadas. Tentam se firmar na política não pelos seus feitos, pois são quase inexistentes, mas pela desconstrução covarde do adversário político.


Ao mesmo tempo em que insistem nessa tática na adoção do discurso, nos bastidores esse grupo se firma como atores políticos, defensores de seus próprios interesses e dos de seus financiadores.

domingo, 18 de agosto de 2013

A modernização do atraso.

Retorno Em Dionísio, na Região Central do estado, a 250 quilômetros de Cipotânea, a história quase se repete. A diferença é que o herdeiro político é mais novo. Quem vê Frederico Henriques Figueiredo Coura Ferreira (PSDB) assumir pela primeira vez o comando da prefeitura, aos 23 anos, não imagina o caminho que o fez largar a profissão de engenheiro civil, para a qual se formou em dezembro do ano passado, e rumar para a política. Foi praticamente uma questão de revanche familiar. Frederico é a volta por cima do pai,    José Henriques Ferreira, que foi prefeito por três mandatos e foi cassado no último ano deles, em 2007, por ter concedido descontos na conta de água dos moradores nos dois meses anteriores à sua eleição em 2004. “Concorri a pedido do povo e é uma volta por cima. Mostra que meu pai foi cassado porque fez algo pelo povo”, disse. 

Além de Frederico e o pai, José Henriques, o novo prefeito de Dionísio conta que o avô Valdivino Ferreira foi vice-prefeito da cidade. Os parentes por parte de mãe dominaram o Legislativo: o avô Eder Coura e o bisavô Joaquim Coura foram presidentes da Câmara Municipal. “Nosso grupo político como um todo tinha 20 anos no poder e o meu pai foi cassado. Foi bom que experimentaram uma coisa diferente e não gostaram”, afirmou, referindo-se ao período que a oposição assumiu o poder (2009–2012). Depois de anos estudando em Belo Horizonte, o filho à casa voltou para ser prefeito.”

Isso é fazer algo pelo povo????? Fazer algo pelo povo é assumir a Prefeitura com responsabilidade. É garantir e respeitar os direitos básicos da população. É alimentar a vida das pessoas com esperança garantindo-lhes por mérito próprio a ascensão e dignidade.

Diferentemente de Weber que veio motivado a melhorar a cidade que estava sucateada pela administração anterior e que pensa a política como arte da transformação social, Frederico veio alimentar essa mesquinharia política que tanto nos faz mal. Ele não representa a vontade da população, não trabalha para o município nem para o bem dos cidadãos – trabalha prioritariamente para se manter no poder. Esse garoto se aproveitou da ignorância, da indiferença e da ganância dos cidadãos para deixar de cumprir com as suas obrigações, alimentando a dura vida do meu povo sofrido com migalhas. Essas questões bateram à nossa porta e já estão nos atropelando. Apenas cegos, cínicos ou oportunistas se recusam a enxergar.

terça-feira, 16 de julho de 2013

"Mas que tempo vagabundo que escolheram pra eu nascer."

Veja você, amigo navegante, o compromisso com a transparência e a informação NÃO são preocupações dessa atual gestão. Os meios obscuros que se apoiou a campanha eleitoral da “Frente de Renovação Dionisiana” rendeu a cassação do diploma do prefeito Frederico Henriques. 

O site da Prefeitura Municipal, principal fonte de informação para a população, encontra-se totalmente desatualizado. Este é o reflexo dessa política perniciosa que transformou a Prefeitura num balcão de negócios.

Este prefeito teve a oportunidade de mudar a imagem negativa do seu partido, mas nesses anos de mandato ele gerou uma série de incertezas nos mais diversos setores. Por enquanto, nas áreas de segurança e educação, produziu mais do mesmo do seu pai, um mesmo de baixa qualidade.

Eis um reflexo de um povo ingrato e sem compromisso que acha mais fácil mudar de cidade que melhorar o próprio município. Quem faz uma cidade é quem nela vive. Infelizmente estamos colhendo os frutos da ignorância de grande parte dos próprios filhos desse município.


sábado, 22 de junho de 2013

Ideologia - precisamos de uma para viver.

O momento atual é propício pra se pensar a nossa democracia.  Ao longo desses meses desde que iniciei o blog eu sempre fiz questão de destacar a nossa fragilidade democrática – seja em Dionísio, seja no Brasil. Acredito que ainda somos imaturos, porque se recorremos à história podemos perceber que as eleições diretas é um tema recente.
Mesmo morando afastado dos grandes centros urbanos eu não deixo de acompanhar as manifestações que tomam conta das ruas do meu país. Com o passar do tempo esses protestos ganharam tanta força que foram se alastrando também pelo interior. Os 0,20 centavos foi só a desculpa que precisávamos para abandonar a inércia e ingressar nas inúmeras marchas. Com a projeção que o movimento ganhou junto dele agregou-se a união de pensamentos múltiplos. Diferentemente dos outros movimentos de mesma natureza no Brasil, este não tem um “herói”, não tem sequer uma figura que possamos chamar de vilão, como foi com o Collor, por exemplo, em que as pessoas sabiam contra o que estavam lutando.  O caos que o brasileiro é obrigado a conviver todos os dias por (i) responsabilidade dos nossos governantes de uma maneira geral, fez com que a indignação trouxesse às ruas pessoas com linhas de pensamentos e ideologias distintas. Um mesmo movimento acolheu a “Direita” e a “Esquerda” por que o objetivo é comum – a democratização da democracia e a reforma da mesma. Há nas ruas espaço para todas as diversidades.
As vozes das ruas clamam por mudanças e novas posturas dos nossos políticos. Eu vejo um novo começo de era e precisamos nos preparar politicamente para o que está por vir. Confirmarmos que seremos (precisamos ser!) a mudança que queremos.  E enquanto o Brasil grita para o mundo a sua insatisfação, Dionísio se cala e se curva a antiga politicagem de sempre. Enquanto os nossos jovens bradam para tentar construir um futuro com melhores expectativas, o nosso jovem prefeito escolheu o partido mais conservador e passou a atuar na contramão do que hoje a nação deseja.